sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

5 anos; 2017

   Só agora me lembrei que este blogue faz 5 anos hoje, dia de Reis. Então, feliz aniversário, ó blogue! Ainda te vais arrastando, eih? :)
   E para todos os que ainda cá passam, aproveito para desejar um bom ano de 2017, que hoje ainda conta.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Wham!, uma pancada repentina. Autópsia a uma era que acabou

   No passado dia 19 de dezembro, a revista The New Yorker publicou este cartoon:

“Maybe cool it on the beloved celebrities for a bit.”


  Pois o dia 25 de Dezembro foi o 'Último Natal' de George Michael. Deixo um link de um interessante artigo do Sapo24: "Wham!, uma pancada repentina. Autópsia a uma era que acabou".

«Já toda a gente disse que este ano foi um massacre no universo da pop e do rock. No rock erudito – Bowie - no rock avant-garde – Prince – e no das baladas – Cohen. Faltava um símbolo do pop, esse rock dançante que substitui a intenção pela excitação....»

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

MacGyver

   Estou a ver o MacGyver na Fox enquanto passo a ferro; bem, já acabei, de modo que posso escrever este texto. Eu tinha uma queda, aliás, uma forte queda, pelo Richard Dean Anderson e, claro, pelo MacGyver, que escapava de tudo o que era sítio com um canivete e pastilha elástica. Não é má esta nova série, tem mais acção, o actor tem pinta, mas só há um MacGyver, o dos anos '80 e inícios dos '90 do século passado, Richard Dean Anderson.
   MacGyver era um herói discreto, solitário, auxiliado por um(a) ou outro(a) companheiro(a) em cada episódio, mas, essencialmente, trabalhava sozinho para salvar um país/cidade/instalação nuclear de não sei quantos guerrilheiros, ou terroristas, ou maus da fita, ou por aí. Nesta série, pelo contrário, MacGyver tem uns quantos colaboradores.
   E o nome? Na série original, só soubemos que ele tinha nome de raça bovina na vigésima quarta temporada. MacGyver não o dizia e ponto final. Era, apenas, MacGyver.
   Para terminar, deixo uma piada. Vou escrever tal como a recordo, com preguiça em pesquisar no Google, de modo que dêem um desconto, que já passaram não sei quantos anos desde que ma contaram.
 
   Como é que o MacGyver sai do deserto só com uma laranja?
   Separa a vitamina da laranja, na vitamina, separa a vita da mina, faz explodir a mina, que provoca um terramoto, separa a terra da moto, salta para a moto e lá sai o MacGyver do deserto.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Ludovico Einaudi

   Hoje, ao sair do trabalho, a caminho da estação de comboios de Roma-Areeiro, lembrei-me que, às quintas-feiras, o Pascal está a trabalhar na parafarmácia situada numa rua ao lado da Avenida de Roma. Há dois meses, à hora do almoço, recebi uma massagem sentada na cadeira, desde as costas, aos ombros, braços, mãos, nuca, pescoço, enfim, tudo o que estava a precisar, e senti-me tão bem que fiquei fã dele. Assim, desta vez, como tinha mais tempo e pouco passavam das cinco e meia, consegui fazer uma massagem sem marcação.
   Mas o melhor foi ele ter colocado, como música ambiente, o Einaudi, em vez de música zen. Eu era, apenas, a segunda cliente dele que tinha adivinhado o nome do compositor.
   Durante o tempo em que durou a massagem, mais de meia hora, e até ter comido alguma coisa no 'Vitta Roma', antes de ir para casa, tentei lembrar-me do primeiro nome do Einaudi. Leonardo, Federico? Associei ao Leonard Cohen e ao meu gato Fred, que agora são mais as vezes que o chamo de Frederico, mas, lá bem no fundo, sentia que não era o nome correcto. E claro que não era e, mesmo antes de me recordar que podia ter confirmado no telemóvel (tenho lá as músicas), veio-me à memória: Ludovico! Bem, foi uma junção daqueles dois nomes, lá pensei.
   E aqui fica, então, o Ludovico Einaudi (tive pena de não ter ido aos concertos, é verdade).



domingo, 20 de novembro de 2016

Adele - Million Years Ago (Efe Tekin Remix)


I only wanted to have fun
Learning to fly learning to run
I let my heart decide the way
When I was young
Deep down I must have always known
That this would be inevitable
To earn my stripes I'd have to pay
And bare my soul

I know I'm not the only one
Who regrets the things they've done
Sometimes I just feel it's only me
Who can't stand the reflection that they see
I wish I could live a little more
Look up to the sky not just the floor
I feel like my life is flashing by
And all I can do is watch and cry
I miss the air I miss my friends
I miss my mother I miss it when
Life was a party to be thrown
But that was a million years ago

When I walk around all of the streets
Where I grew up and found my feet
They can't look me in the eye
It's like they're scared of me
I try to think of things to say
Like a joke or a memory
But they don't recognise me now
In the light of day

I know I'm not the only one
Who regrets the things they've done
Sometimes I just feel it's only me
Who never became who they thought they'd be
I wish I could live a little more
Look up to the sky not just the floor
I feel like my life is flashing by
And all I can do is watch and cry
I miss the air I miss my friends
I miss my mother I miss it when
Life was a party to be thrown
But that was a million years ago

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Nobel da Literatura

Apenas coincidência, mas os últimos três livros que li são de autores galardoados com o Prémio Nobel da Literatura. Não foi propositado, tanto mais que dois livros foram emprestados pela Lídia :)

(e com isto tudo, já ultrapassei o desafio do GR.)

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Patrick Modiano - A Erva das Noites

   No desafio do Goodreads, tinha assinalado 40 livros para ler este ano, pois contava ler grandes (em número de páginas) edições, e, afinal, li pequenos livros, médios livros, um e outro calhamaço e um grande, grande livro (em quantidade e qualidade), mas em ebook e numa edição brasileira. Mas é assim, quando se gosta do que se está a ler, aproveita-se todos os minutos livres.


   O 40.º livro, o que completou o desafio do GR, foi a pequena jóia, o sublime 'Erva das Noites' (o título em inglês desvenda um pouco mais a história: 'O Caderno Preto'). Um pouco mais de 100 páginas, páginas boas, letra miúda, escrtito em folhas rijas, como deve ser um livro, numa edição da Porto Editora que eu tinha comprado ainda em 2015.
   É o segundo livro do Prémio Nobel da Literatura de 2014 que leio e é tão bom, tão onírico, tão bem escrito (e traduzido), que merece nova e demorada leitura; com Modiano, na verdade, a leitura tem de ser feita devagar, ao sabor da narrativa, absorvendo o ambiente e, como as personagens, flanando ao lado delas pelas avenidas, pelos bairros, ou sentando-se junto dela nos bancos dos parques ou dos jardins de Paris, esquecendo ou misturado estações do ano, tempos, passado e presente, em sonhos ou na realidade.