quinta-feira, 8 de março de 2012

Scarpetta II

Scarpetta, a médica legista inventada por Patricia Cornwell, está de regresso. Deparei-me com um livro, editado nos EUA em 2008 mas só agora publicado entre nós pela Editorial Presença, diferente dos até então escritos por PC. Os notáveis detalhes, a minúcia e o perfeccionismo, continuam presentes, todavia, a acção desenrola-se em ritmo mais lento, condensando-se, essencialmente, nos primeiros dias do novo ano.

Ao contrário das investigações dos outros livros, neste está presente a única autópsia que Scarpetta faz, a do início da história; não existe muita aventura, nem muita acção, nem as perseguições de outros tempos, pelo contrário, encontrei personagens mais maduras (incrível a mudança de Marino, graças a um terrível acontecimento que se pode assistir no livro anterior). Referir Scarpetta sem mencionar o seu predecessor, “O Registo dos Mortos”, é impossível. Só assim se pode compreender o que aconteceu entre Pete Marino e Kay Scarpetta.

O 11 de Setembro é muitas vezes recordado neste livro, e é um facto que toda a acção se desenrola em Nova Iorque, onde foi encontrada uma mulher assassinada, e em que mais uma vez, é pedido o auxílio de Scarpetta. Desta vez, contudo, a ajuda parte de um paciente internado na ala de detenção psiquiatra de um hospital de Nova Iorque, e que pede que a chamem, informando-a que os seus ferimentos foram infligidos no decurso de um crime, que ele não cometeu.

No site de PC, podem ler-se os resumos dos livros  (oh, bolas! É o que dá ler o resumo do mais recente livro: descobre-se que uma personagem morre (não do núcleo principal, mas que acompanha a série do início e deteriorou-se ao longo dos anos, Jack Fielding - também podemos encontrá-lo no início de Scarpetta.)

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