quinta-feira, 5 de julho de 2012

Poesia nas paredes I

Encontrada nas minhas deambulações por Lisboa (é por isto que ando sempre com a máquina na mochila).

 Na rua atrás da rua do Teatro Villaret

10 comentários:

  1. adoro essas frases assim escritas nas paredes que não fazem sentido mas que parece que fazem todo o sentido (ou vice-versa, vá savoir!)

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  2. eu tb, e era uma pena eu passar por elas e não as fotografar, agora ando sempre com a máquina.

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  3. Gostei da foto mas não acho as incertezas nada deliciosas. E ainda hoje é proibido jogar às cartas em comboios, cafés ou sítios publicos. Só mesmo em casa ou nos casinos é que permitido XD

    Bjs

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  4. então eu quebro a lei, porque jogo imenso no comboio :D e vejo muita gente a jogar na fertagus de setúbal para lx, afinal, é 1 hora de viagem! (eu só demoro meia, dá para colocar a leitura em dia).
    bjs.

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  5. Adoro jogar às cartas :)

    Beijinhos Grandes

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  6. Nunca tive o hábito de jogar às cartas. :) Até tenho vergonha de o dizer, mas nem sequer conheço nenhum jogo. Bom, em criança havia um que era o "peixinho" e recordo-me de que cheguei a jogá-lo...

    Não fazia a menor ideia de que era proibido fazê-lo nos sítios públicos. Jogas no comboio? :D Eu ando pouco de transportes públicos, mas dará jeito? :DD

    beijinhos :*

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  7. Mark, as cartas eram a nossa diversão na aldeia, nos longos dias de verão.
    no comboio dá jeito para passar o tempo, mas faço isso nas longas viagens de férias, e não sou a única. adoro viajar de comboio.
    um dias destes vamos jogar e vais aprender.
    bjs.

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  8. Sempre vi jogar às cartas nos comboios.
    Gosto destas frases que nos aparecem, mas do que não gosto mesmo é de incertezas.

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  9. eu também não gosto de incertezas, mas a expressão da fotografia é engraçada...
    bjs.

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