terça-feira, 31 de janeiro de 2012

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Old Ideas

A voz, a voz de veludo, as palavras em forma de poema cantado. O melhor dele, como sempre.

Going Home
I love to speak with Leonard
He’s a sportsman and a shepherd
He´s a lazy bastard
Living in a suit...

Post it

Previsão: um gato a ter um ataque epiléptico, duas gatas melodramáticas e uma mulher à beira de um ataque de nervos.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Moche

Sofá... três gatos no colo... portátil periclitante. Não é fácil, mas não é impossível.

As obras de Santa Engrácia

Panteão Nacional
(Coincidência eu também ter sido de um 12.º D, em 90/91...)


Visitei-o no dia em que o Fado foi reconhecido pela UNESCO como Património Imaterial da Humanidade. 

(mais informações)

sábado, 28 de janeiro de 2012

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O Grande Peixe

Fantasia, amor, realidade, afectos e magia neste belo filme de Tim Burton.
Quando o sonho transforma a vida consegue-se renascer e vencer no grande oceano.

sábado, 21 de janeiro de 2012

I will survive


 
Oh now go.
Walk out the door.
Just turn around now.
You're not welcome anymore.
Weren't you the one
Who tried to break me with desire?
Did you think I'd crumble?
Did you think I'd lay down and die?
Oh not I.

I will survive.
As long as I know how to love
I know I'll be alive.
I've got all my life to live.
I've got all my love to give.
I will survive.
I will survive.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Redescobertas

Há ofertas preciosas. Este pequenino livro foi oferecido por Sandra Costa, belíssima poetisa.

 

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

BSG

Segui as 4 temporadas da série Battlestar Galactica ou diariamente ou em formato compacto ao fim-de-semana, num dos canais por cabo. Fantástico.



Nesta manhã fria

Alguns patrulheiros da neve aqueceram a secção da rena.




domingo, 15 de janeiro de 2012

22


A minha irmã tem menos 16 anos do que eu. Lembro-me uma vez, há 21 anos, de dançarmos “A Paixão (Segundo Nicolau da Viola)”, no nosso quarto. Ela parou de chorar, eu abracei-a e pensei que havia de recordar aquele momento para sempre.

Nunca tratei o meu irmão por mano. Temos 11 meses de diferença, mas nunca fomos muito chegados. Na nossa família, os afectos nunca foram expressos por palavras, mas por gestos e os gestos entre irmãos com idades tão próximas significavam bulhas, discussões e muito ciúme.

Mal ela nasceu, e por ela ter irmãos adolescentes, era a mana, mimada e protegida.

A minha irmã leu os livros dos vampiros e dos lobisomens. A minha irmã não gostou d’ “O Oito” que lhe emprestei. Ela ofereceu-me um livro do Nicholas Sparks. Pedi-lhe que não me oferecesse mais livros dele. Depois, ofereceu-me “Óscar”, “De Bagdad com Amor” e neste Natal “1Q84”.

Aos 4 anos, cortei-lhe o cabelo. Ela não gostou. Ainda hoje se queixa que eu lhe arruinei os belos caracóis.

Aos 11 anos, a minha irmã enfiou-se nos armários sob o lava-loiça da minha primeira casa comprada e forrou-os.

A minha irmã começou a crescer. Já não gostava dos meus abraços de urso e de beijos de furar a bochecha.

A minha irmã faz hoje 22 anos.

Em adulta, nunca lhe disse que gostava muito dela. Mas gosto. Tenho saudades de a abraçar muito e de lhe dar um beijo de furar a bochecha, de tomar conta dela e de lhe assegurar que tudo irá correr bem. 

Gostava de lhe dizer que não devemos dar demasiada importância às coisas, que não tem de ser sempre tudo perfeito e que nem sempre sai tudo como queremos. Que, quando o mundo desaba, temos uma oportunidade para sermos melhores, relativizar e preocuparmo-nos com aquilo que, de facto, nos é mais querido. Temos de estar bem connosco, enfrentarmos os nossos medos e conseguir sorrir.

Fiz-lhe um bolo, estava demasiado fofo e partiu-se. Cobri-o com claras em castelo com açúcar e pepitas de chocolate. Não sou grande cozinheira, não sou grande pasteleira. O bacalhau no forno que fiz há mais de 10 anos conseguiu nadar em tanto azeite graças às suas barbatanas. Ainda hoje sou gozada por ela.

Parabéns, mana. Gosto muito de ti.
Eu com uns 3 anos e a minha irmã com pouco mais de um ano.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Borbotos e garras

- Ó Ana, o Farrusco está a afiar as unhas no móvel!
- Farrusco, anda cá!
- Já não bastava o sofá da sala...


(anúncio de rádio da Moviflor, a quem vou exigir royalties por usar indevidamente o nome do meu gato).

Extremamente Alto e Incrivelmente Perto

“Quando o pai me estava a deitar naquela noite, na noite em que precedeu o dia pior, perguntei-lhe se o mundo era uma superfície plana apoiada nas costas de uma tartaruga gigante.

­- Como?

- É esse o único motivo por que a Terra fica no sítio em vez de andar a cair no Universo?

- Será mesmo o Oskar que eu estou a deitar? Ter-lhe-ia um alienígena roubado o cérebro para fazer experiências?

- Não acredito em alienígenas – respondi eu.

- A Terra anda mesmo a cair em direcção ao Sol. É isso que significa descrever uma órbita.

Ao que eu respondi:

- Obviamente. Mas porque há gravidade?

- Que queres dizer com essa pergunta?

- Por que motivo?

- Quem disse que havia um motivo?

- Ninguém, precisamente.

- A minha pergunta foi retórica.

- Que significa isso?

- Significa que não a fiz para me dares uma resposta, mas para te chamar a atenção para um facto.

- Que facto?

- Que não tem de haver uma razão.

- Mas se não há qualquer razão, então porque existe o Universo?

- Devido a condições favoráveis.

- Então porque sou teu filho?

- Porque a mãe e eu fizemos amor e um dos meus espermatozóides fecundou um dos óvulos dela.

- Desculpa, mas vou vomitar.

- Não te comportes como uma criança da tua idade.”

Extremamente Alto e Incrivelmente Perto, Círculo de Leitores, 2007


Oskar, um miúdo de 11 anos, sensível, com uma maneira especial de ver o mundo, perde o pai no ataque ao World Trade Center. Descobriu uma chave entre as suas coisas e procura a fechadura certa. Para isso, percorre Nova Iorque, conhece as pessoas mais singulares e apercebe-se que o pai também tinha a sua própria demanda. 



O filme estreia em meados de Fevereiro (os trailers fizeram-me chorar, o livro também).

Um caixote muito moderno

Gatos modernos fazem o que têm a fazer no Modkat.


Excepto os meus. Em vez do Modkat, têm um caixote com uma porta rachada, que é removida quando um deles usa o colar.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

The Hour

Estou caída pela série “The Hour”. Antes estava pela “Luther”. 

Se Luther era o polícia anti-herói, que criou amizade com a vilã Alice (que deliciosa que era), The Hour gira à volta de um programa da BBC, nos anos 50. O drama perfeito, já que gosto muito de séries de época; esta passando-se no tempo da Guerra Fria assenta que nem uma luva.

Ben Whishaw encarna a personagem de Freddie Lyon, jornalista caído de amores pela produtora, que tem um caso com o apresentador, que tem um palminho de cara e uma voz fabulosa. Freddie foi preterido por Hector, o galã, para apresentar o The Hour, e envolve-se na investigação do homicídio de uma amiga.

Foto de Kudos Film & Television Ltd – © BBC

Infelizmente, a primeira temporada de The Hour tem apenas 6 episódios.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Martin Freeman

É um dos meus actores do coração. Conheci-o quando comecei a ver The Office.





Voltei a pôr-lhe a vista em cima no filme À Boleia pela Galáxia. Se bem que não faz jus ao livro “The Hitchhiker's Guide to the Galaxy”.



Sempre que estou numa fila, lembro-me desta: “OK. Leave this to me. I'm British. I know how to queue”.  :)


Mais recentemente, ganhou um BAFTA, no papel de melhor actor secundário na mini-série “Sherlock”.





Aguardo com expectativa o Hobbit, interpreta a personagem de Bilbo Baggins.





segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Louis Vuitton

Há 38 anos, 3 meses e alguns dias, nasci na freguesia da Nossa Senhora do Pópulo, em Benguela.

Em miúda, dizia que era adoptada. A minha mãe retorquía que eu tinha sido a única rapariga a nascer àquela hora e a única bebé branca. Tivesse a minha mãe recebido um lindo menino preto, provavelmente agora eu estaria a fazer compras na Avenida da Liberdade.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Twinkle, twinkle little star

A parte mais chata de desmanchar a árvore de natal não é desmontá-la e arrumar os penduricalhos, mas encaixar as 100 luzinhas nos suportes de plásticos, duas vezes.

Lady Meryl

Uma das minhas actrizes preferidas é Meryl Streep. Kramer contra Kramer, A Escolha de Sofia, A Amante do Tenente Francês, África Minha são algumas grandes interpretações.

Até aguentei O Diabo Veste Prada e alguns dramas românticos, mas abominei o Mamma Mia. Não percebo como é que ela entrou naquele filme. Conheço o musical, mas a participação dela não lhe fez nada bem. Ok, filmezinho de Verão, leve, mas não a favoreceu nada. Umas cantilenas, umas coreografias, uma ilha grega e está feita a coisa.

Felizmente, volta a interpretar grandes papéis. A não perder.


sábado, 7 de janeiro de 2012

Frankly, my dear, I give a dam!

Cresci a ler Disney e Marvel e revistas semelhantes em português do Brasil. Sei, também, que a adaptação do Homem-Aranha brasileiro para o nosso português tirou-lhe a piada toda.

Naqueles momentos, eu sabia que o que estava a ler, com 7, 8 anos, era “brasileiro”. Quando o Pato Donald tratava o Peninha por você, soava-me estranho, mas era assim que se falava no Brasil, era assim que se falava nas novelas brasileiras e aceitava.

Este ano, entra em vigor o novo acordo ortográfico. Hoje, há programas que adaptam o novo acordo, como o Lince. No Word 2010, temos a possibilidade de escolher a verificação ortográfica pós-acordo.

Há 32 anos, ensinaram-me a escrever em português de Portugal, não em português do Brasil. Não sou linguísta, historiadora, escritora, mas a minha Língua é a minha identidade, é a Língua do meu País, única, que me permite afirmar “sou portuguesa”. A minha língua, sem sotaque, não é alegre, não é cantante. E depois?

Eu sou portuguesa, com orgulho, e neste blogue a única certeza que tenho é que continuarei a escrever como sempre escrevi.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

(Re)Início

2012. Criação do blogue sem nome. Original. A importância de não se chamarem os bois pelos nomes.

Como primeira entrada, uma das minhas músicas favoritas.

Queen: Don´t Stop Me Now (Freddie, tenho saudades tuas).