pois, mas esta é a sétima edição, como referi. acho estranho a D. Quixote não ter corrigido e duvido muito eu ser a única leitora que tenha dado conta deste erro. vou enviar um email à editora, embora o livro seja de 2010, espero que tenham em atenção uma eventual reedição. está. é um livro simpático. quero dizer, tenho medo de estar a desprezar o autor quando emprego este adjectivo. não traduz grande coisa. um livro simpático? bem, a escrita de Zimler é envolvente, a história é cativante, mas, por vezes, acho-a demasiado forçada. por outro lado, há tramas previsíveis. não aprofunda muito as situações. passa-se no primeiro quartel do século XIX, desde a infância à idade adulta do protagonista. judaísmo, Porto, as invasões napoleónicas, misticismo, amor, traição, escravatura, amizade. é um romance grande, quero dizer, mais de 500 páginas. não é meu. uma amiga gabou-o tanto, gostou tanto dele e emprestou-mo. mas não chega aos pés de 'o último cabalista de Lisboa'.
o email foi enviado de manhã à DQ, com a foto em anexo. pode ser que tenha resposta... eu acho que não é só criticar, temos que evitar erros destes no futuro e foi com esse propósito que o enviei. eu tenho três do RZ, o último cabalista de lisboa (excelente), a sétima porta e os anagramas de varsóvia. também já li a ilha teresa. como referi, não é mau, e até tem partes extremamente belas, mas falta-lhe algo. fica-se pela superficialidade, abarca tudo em mais de 500 páginas. bem, se fosse minucioso, não chegariam 1000 pp. :)
não, não aconteceria. eu, particularmente, arrepio-me com este tipo de erro. RZ escreve em inglês, pelo que deverá ter sido a tradutora a fazer este erro e a revisora não o corrigiu. dá, sim, e estava a ser um livro bom, tinha uma ou outra gralha - é raro o livro que não o tem - mas com isto, estragou tudo. bjs.
Claro que seria impensável estar a responsabilizar o autor por este erro que é indesculpável da parte da editora, Daí, nem vale a pena estar a falar ou não do valor da escrita de RZ, um autor que ainda conheço mal - apenas li um livro dele.
não estava nada, mas nada à espera deste erro. e nem é um erro que, felizmente, se veja muito. acho que é a primeira vez, pelo menos em romances. uma falha grande da revisora. eu queria ler o último dele, mas terá que ficar para o ano...
Os revisores (quando os havia...) do Diário de Notícias quando eu era lá chefe da Redacção, diziam uma graçola quando escapava uma... Jornal se gralhas é com um jardim sem flores...
Felizmente que era numa de brincadeira; de outra maneira, sabiam que me tinham à perna. Mesmo em livro, por vezes passa...
Gostarei de te ver passar pela minha Travessa e nela comentar, o que desde já agradeço
mas compreendes-me, não, Henrique? é um erro muito grave que se tem vulgarizado nos últimos anos. eu também dou erros, sim, não estou isenta de culpa, mas não deste género. a mania de verbos no presente e no passado mal escritos, muita confusão ao escrever, surgiu há algum tempo e tem vindo a piorar (tanto mais que até os gelados 'olá' divulgaram um brinde com a palavra 'gostas-te'). credo! irei à tua Travessa, sim, :) bjs.
Por vezes só não acontece a quem não escreve. Mas deveria ter existido um bocadinho mais de cuidado, e nem mesmo assim isso será o garante que não possa escapar.
correndo o risco de parecer ser rude, os editores são pagos para isto e há erros que não têm desculpa. este é um deles. gralhas posso passar (enfim, menos mal, estes erros não).
No melhor pano cai a nódoa! O livro está a ser bom?
ResponderEliminarpois, mas esta é a sétima edição, como referi. acho estranho a D. Quixote não ter corrigido e duvido muito eu ser a única leitora que tenha dado conta deste erro. vou enviar um email à editora, embora o livro seja de 2010, espero que tenham em atenção uma eventual reedição.
Eliminarestá. é um livro simpático. quero dizer, tenho medo de estar a desprezar o autor quando emprego este adjectivo. não traduz grande coisa. um livro simpático? bem, a escrita de Zimler é envolvente, a história é cativante, mas, por vezes, acho-a demasiado forçada. por outro lado, há tramas previsíveis. não aprofunda muito as situações. passa-se no primeiro quartel do século XIX, desde a infância à idade adulta do protagonista. judaísmo, Porto, as invasões napoleónicas, misticismo, amor, traição, escravatura, amizade. é um romance grande, quero dizer, mais de 500 páginas. não é meu. uma amiga gabou-o tanto, gostou tanto dele e emprestou-mo.
mas não chega aos pés de 'o último cabalista de Lisboa'.
chiça!, até arrepia. nos jornais ainda é como o outro, mas num livro é assassino.
ResponderEliminargosto muito do Zimler, mas este nunca li.
o email foi enviado de manhã à DQ, com a foto em anexo. pode ser que tenha resposta... eu acho que não é só criticar, temos que evitar erros destes no futuro e foi com esse propósito que o enviei.
Eliminareu tenho três do RZ, o último cabalista de lisboa (excelente), a sétima porta e os anagramas de varsóvia. também já li a ilha teresa. como referi, não é mau, e até tem partes extremamente belas, mas falta-lhe algo. fica-se pela superficialidade, abarca tudo em mais de 500 páginas. bem, se fosse minucioso, não chegariam 1000 pp. :)
Fosses tu a revisora e isto jamais aconteceria. :)
ResponderEliminarÉ lamentável. "Dá cabo" de um livro, eu acho.
um beijinho.
não, não aconteceria. eu, particularmente, arrepio-me com este tipo de erro.
EliminarRZ escreve em inglês, pelo que deverá ter sido a tradutora a fazer este erro e a revisora não o corrigiu.
dá, sim, e estava a ser um livro bom, tinha uma ou outra gralha - é raro o livro que não o tem - mas com isto, estragou tudo.
bjs.
Claro que seria impensável estar a responsabilizar o autor por este erro que é indesculpável da parte da editora,
ResponderEliminarDaí, nem vale a pena estar a falar ou não do valor da escrita de RZ, um autor que ainda conheço mal - apenas li um livro dele.
não estava nada, mas nada à espera deste erro. e nem é um erro que, felizmente, se veja muito. acho que é a primeira vez, pelo menos em romances.
Eliminaruma falha grande da revisora.
eu queria ler o último dele, mas terá que ficar para o ano...
Margaridamiga
ResponderEliminarOs revisores (quando os havia...) do Diário de Notícias quando eu era lá chefe da Redacção, diziam uma graçola quando escapava uma... Jornal se gralhas é com um jardim sem flores...
Felizmente que era numa de brincadeira; de outra maneira, sabiam que me tinham à perna. Mesmo em livro, por vezes passa...
Gostarei de te ver passar pela minha Travessa e nela comentar, o que desde já agradeço
Qjs = queijinhos = beijinhos - e até rimam...
mas compreendes-me, não, Henrique? é um erro muito grave que se tem vulgarizado nos últimos anos. eu também dou erros, sim, não estou isenta de culpa, mas não deste género. a mania de verbos no presente e no passado mal escritos, muita confusão ao escrever, surgiu há algum tempo e tem vindo a piorar (tanto mais que até os gelados 'olá' divulgaram um brinde com a palavra 'gostas-te'). credo!
Eliminarirei à tua Travessa, sim, :)
bjs.
Por vezes só não acontece a quem não escreve. Mas deveria ter existido um bocadinho mais de cuidado, e nem mesmo assim isso será o garante que não possa escapar.
ResponderEliminarcorrendo o risco de parecer ser rude, os editores são pagos para isto e há erros que não têm desculpa. este é um deles. gralhas posso passar (enfim, menos mal, estes erros não).
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