quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A Tábua de Flandres


   É o quarto livro que li deste autor. Escrito em 1990, já evidencia as técnicas narrativas que aprimorou em 'O Assédio' ou 'O Tango da Velha Guarda', por exemplo, e nas quais igualmente surgem as suas paixões: o xadrez, a aventura, o mistério e uma ou outra personagem fascinante. Neste romance, César, o antiquário homossexual, merece uma vénia, pela surpreendente reviravolta no final.

11 comentários:

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    1. não é mau, tanto que dei 4*, mas não gostei assim tanto de certos diálogos.

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  2. gostei muito deste. mas o ponto é que tirando um ou dois que achei mais fraquitos, curto sempre os livros do Arturo :)

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    1. gostei também, mas houve partes que me irritaram e não apreciei particularmente a personagem da galerista. achei um boneco já muito batido, mas depois pensei que o livro foi escrito em 1990... mas adorei a parte do xadrez, do quadro, da investigação que origina.

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  3. Mais outro "to read"... uff! não sei onde vou arranjar tempo para tanta leitura... :D

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    1. :) e convém que saibas um pouco de xadrez... é engraçada, a história, mas o estilo narrativo foi afinado nos romances posteriores. este ficou um pouco aquém.

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    2. bolas! é que gosto de matemática ... e de xadrez... LOL... vai mesmo ter de ser!

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    3. este é da biblioteca. posso emprestar. assim como assim, já falhei o prazo :D agora não posso reservar livros nas próximas semanas (ou 2 meses, nem sei, mas tenho tantos em casa para ler...).

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    4. obrigado, margarida, por vezes fico com livros teus em casa durante meses, e este é da biblioteca... não vale a pena arriscar! obrigado!

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    1. demora um pouco a ler. letras pequeninas, condensado... embora seja muito interessante e para o final, uau! :D
      bjs.

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