quarta-feira, 8 de junho de 2016

My barber, my dry-cleaning lady and my bodega guy

Não é em Nova Iorque, mas poderia escrever sobre a minha cabeleireira, duas ruas abaixo da minha casa (que comenta sempre como gosta do meu forte cabelo); sobre o casal que tem a loja de limpeza a seco, que fica a um minuto de casa, e que me estragou os cordões de uma canadiana. Estive à espera dois meses pelo casaco arranjado, mas continuo a lá ir, quando encontro a porta aberta (estando mais vezes fechada do que aberta), porque, apesar desse incidente, o serviço é bom e barato; ou sobre as pessoas dos três cafés que vou saltitando na semana, à hora do almoço, entre a Avenida de Roma, a Praça do Areeiro e a Avenida Almirante Reis, todas muito simpáticas e acho que já me conhecem, embora eu não diga 'É o costume'.

Três histórias sobre relações de amor e perda em Nova Iorque, no The New Yorker (link).

6 comentários:

  1. grande link, Margarida. tenho a certeza de que essas tuas histórias seriam tão boas como as da TNY

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    1. Também concordo, as tuas "histórias" seriam boas de contar, de ler, e seriam ainda capazes de garantir mais pontos de toque.

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    2. não me esqueci. quando as reunir, a capa é tua.

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  2. Tenho que lá ir para me apaixonar e perder-me por lá.

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