terça-feira, 5 de julho de 2016

Bitaites e queer jazz

Não sei há quantos anos tenho o Bitaites nos meus favoritos; comecei por gravar a página da Rádio Bitaites há uma gamela de anos e lá caía de vez em quando. Não sigo religiosamente, há muito que a rádio se eclipsou, mas quando regresso ao B., encontro sempre bons artigos.

O último post não é excepção: o jazz está a voltar a ser queer. É ler e escutar.

4 comentários:

  1. Para ouvir jazz tenho de estar mesmo naquele dia com predisposição para...

    Beijinhos

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    1. eu gosto. não sou fanática, mas gosto.
      bjs.

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  2. Bela dica, Margarida. Excelente artigo (não tanto pelo tom, que achei um bocadinho machista mas pelo conteúdo e pelas referências). Guardei-o no G+ para poder regressar a ele, e seguir os links.

    Muitas vezes tenho reflectido sobre esse assunto, porque é que há tão poucas mulheres instrumentistas (cantoras há mais) e principalmente porque é que é o meio tão straight.

    Tenho um triplo cd do Fred Hirsch a solo (um dos discos é dedicado ao Cole Porter), e sabia que ele era gay por causa de ser seropositivo.

    Também conheço a Patricia Barber (já a vi ao vivo), e tenho um cd da Lea DeLaria (e também um livro, ela é comediante).

    De resto todos os outros nomes são referências a descobrir.

    Estou longe (muuuuuito longe) de ser um expert, e nem sequer sou fanático, mas é um dos meus géneros musicais favoritos, isso sem dúvida. Nomeadamente porque é daqueles que, como os livros, quanto mais conhecesses mais tens consciência do muito que não conheces :)

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    1. só um bocadinho? achei um pouco mais do que isso, mas, como referes, vale pelo texto e referências.
      o Hersch é fantástico. ouvi o clip várias vezes.

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