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terça-feira, 3 de outubro de 2017

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   Fiz a capicua no passado domingo.
    A Magda e o Adolescente Gay (o Francisco estava doente) aceitaram o meu convite e, no âmbito do Festival do Silêncio, fomos até à Rua Cor-de-Rosa. A livraria-bar Menina e Moça foi a escolhida, uma boa opção, pois estava suficientemente perto do palco, na rua, para ouvirmos dentro da sala. Um sítio giro, muito interessante e acolhedor.
   Recebi um extraordinário presente  e fiquei emocionada, pois era um livro que queria ter há muito tempo.  :-) (adorei, obrigada aos três).







 Foi uma tarde e princípio de noite excelentes, entre tosta de abacate, torrada de tomate, bolo de suspiro e chocolate e música ao vivo e muita, muita conversa.




 Uma paragem obrigatória na Fábrica dos Bolos, a meio da Almirante Reis (o Adolescente acompanhou-me neste passeio nocturno), apanhada finalmente aberta (abre das 9 da noite às 2 da matina - famosa pelas suas bolas de berlim, que comprei e comi enquanto esperava pelo comboio em Roma-Areeiro).



  Por falar em bolos (pois não há dois sem três), o André Mendonça, que conheci no jantar da blogosfera promovido pelo Adolescente Gay, fez-me um bolo de espinafres e noz divinal, que levei para o trabalho. As minhas colegas adoraram (eu também, :p )

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Seios

   Fui levantar a mamografia, mas ainda não estava pronta. Desci até à Estrada de Benfica e entrei numa retrosaria que também vendia lingerie. Experimentei vários soutiens. "A senhora tem uns seios estranhos", declarou a dona, depois de lhe devolver três. Apertou alças, encaixou colchetes, ajeitei o peito e, por fim, comprei um 34.
   Recordei-me do Alexandre 'ONeill.



terça-feira, 4 de outubro de 2016

Aqueles Dias

Hoje é o Dia Mundial do Animal. O mais recente membro da família, o Fred, chegou há dois meses. Como passaram rápido! Engordou, tornou-se o rei da casa, usurpando os lugares onde dormem os outros gatos (excepto em cima da TV, que continua a ser o sítio preferido da Dalila).



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Fiz anos há uns dias. Uns quantos acima dos quarenta, mas a balança do PT dá-me 27 anos, por isso, está tudo bem.

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O Freddie faria 70 anos no mês passado.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Comida

No Ibiza, um pequeno restaurante familiar na esquina da João XXI com a avenida de Roma, pedi meia dose de costeletas à salsicheiro, apenas com batata frita e salada de alface e cenoura, porque me apetecia comida caseira, reconfortante, e eu que há tanto tempo não comia umas costeletas, estas do fundo, tão tenras, e as salsichas cortadas aos pedacinhos, com o molho de manteiga, nem me lembrei do colesterol, mas, sim, lembrei-me dos pratos deliciosos da José, a mãe do Carlos Magricela, já não magricela, agora que está inválido, a Josefina de 'Um Passado Perfeito', com o tenente Mario Conde, que estou quase, quase a terminar, e é uma maravilha, uma pequena maravilha.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Lembretes

Acabei de gravar um lembrete no outlook em como tenho de imprimir os lembretes de trabalho para deixar à minha colega, antes de ir de férias...

sábado, 5 de março de 2016

Estou a amolecer com a idade

Esta semana, abri a porta ao vendedor da cabovisão e ao da meo. Esta manhã, aceitei um folheto de uma testemunha de jeová.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Férias


   Vou fazer como a Batá. Continuação de bom trabalho/boas férias (riscar o que não interessa).

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Mais um fim-de-semana

   Tive outra noite de insónia. Não sei se é da idade, mas durmo cada vez menos. Deitei-me depois da meia-noite e às quatro da madrugada acordei. Dei umas voltas na cama, puxei a colcha para cima e tentei adormecer de novo. Lá consegui. Acordei antes das seis e levantei-me meio a dormir. Não podia repetir a brincadeira da semana passada, embora o desejasse. Não convém abusar, não só porque ficaria com menos dias de férias, mas colocaria à prova a paciência da chefe, já de si uma santa. Além disso, há trabalho para finalizar.
   Por ter faltado na segunda, no sábado acordei à hora habitual, sem despertador. Pensei que fosse sexta-feira (o que eu agora me rio a pensar nisto) e levantei-me, embora com aquela sensação de ‘será que é mesmo sexta?’ Não é sábado?’ Rituais matinais fora do quarto até que parei na cozinha e sim, confirmei que era mesmo sábado. Ainda pensei em aproveitar, já que estava levantada, em ir fazer a habitual caminhada de 5 quilómetros (ir ao Seixal e regressar a casa), mas deixei-me de tais pensamentos e regressei à cama. Acordei a meio da manhã. Desde que reportei aqui o episódio musical do vizinho do primeiro andar que ele tem estado silencioso. Almocei e fui a Lisboa, para a visita da tarde. Tirando este compromisso, não faço grande coisa ao sábado. Preciso de um dia para descansar. Infelizmente, como a casa não se limpa sozinha, é ao domingo que meto mãos à obra. Normalmente, também é neste dia que uma pessoa pensa no que não deve, entre a lavadela do chão e a limpeza do pó. E procurei conforto na comida, despachando quase um pacote de bolachas.
   Assim, depois de me estafar nas limpezas, culpada por ter quase estragado a dieta, tomei banho, agarrei nuns corsários, numa camisola, nos ténis, no mp3 e fui arejar a pinha. Fiz os 5 quilómetros da praxe e regressei a casa ao início da noite.
   Foi um dos raros dias que não li. Estava cansada, mas sem sono. Sentei-me no sofá, com uma caneca de chá de ervas, e vi o filme na Fox Life, 'Enough Said' ('Basta de Conversa'), com um sensível e simpático James Gandolfini e a sempre divertida Julia-Louis Dreyfus.
   Gandolfini faleceu em Junho de 2013. Deixo aqui o trailer para recordar como ele era um excelente actor. O filme também teve boas críticas.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Uma pausa com Purcell

   Tirei um dia de férias. Não estava planeado, mas às vezes faço isto. Acordei à hora do costume, seis menos dez, os gatos já estavam a brincar. Existe uma velha cadeira de rodinhas no quarto deles, onde a Dalila dorme. Quando não dorme, entretém-se a empurrá-la de um lado para o outro. Custou-me a adormecer. O pavilhão gimnodesportivo tinha o ar-condicionado no máximo, um barulho infernal. Costumo dormir com a janela um pouco aberta e tive de a fechar. Quarto abafado mais insónia mais sem posição para descansar igual a acordar cedo sem vontade de ir trabalhar. Desliguei o despertador, virei-me para o outro lado e tentei adormecer de novo. Não consegui, embora estivesse cansada. Levantei-me, quarto-de-banho, gatos, cozinha, tartaruga, tudo OK. Era cedo para enviar um SMS à chefe. Voltei para o quarto e lá consegui dormir mais um pouco. Por volta das nove, acordei, SMS, regressei aos braços de Morfeu e despertei às onze e meia com uma sunrise party do vizinho do primeiro frente. Que, atenção, ainda não desligou a música, embora esteja só um pouquinho menos alta. É costume. É novo no prédio e, tirando este aspecto, não é mau vizinho. Foi ele que agarrou no César quando fugiu de casa, há umas semanas, e me disse que tinha dois gatos, ao que eu respondi que tinha quatro. Riu-se e foi à sua vida.
   Por vezes, a música fica a tocar até à noite, nove, nove e meia. Não faz isso muitas vezes e ninguém lhe diz nada. Afinal, do primeiro para o terceiro andar vivem umas cinco famílias (o apartamento por baixo de mim está vago há mais de dez anos e eu vivo no último piso). Não sou eu que lhe vou bater à porta. Sei que exagero. Gosto de silêncio, mas já que tenho de gramar a sua música, se tivesse coragem, bateria à sua porta (com o César ao colo para quebrar o gelo) e emprestar-lhe-ia um dos meus CDs. Diria qualquer coisa como 'O César gosta de Purcell. Não baixe o volume, que se ouve bem na minha sala.'

domingo, 14 de junho de 2015

Chuva de Junho

   Se amanhã chover tanto quanto hoje, será que irei usar os meus botins pela primeira vez este ano?

sábado, 6 de junho de 2015

Thinking out of the box

   Esta noite, sonhei com um programa de humor.
   Um dos três humoristas é o Jeremy Clarkson, ou alguém parecido com ele (sim, sou fã do Top Gear). Estão no palco, na verdade, não é um palco, pois supõe um espaço erguido. Estão, apenas, à frente do público sentado, junto a uma parede. O Jeremy e os outros dois humoristas estão em pé em cima de um caixote de papelão aberto e ele começa a caminhar em frente, não parando de falar, e a ponta da caixa vai crescendo, crescendo, à medida que ele dá os passos. De repente, surge um bebé vestido com um babygrow claro a rastejar à frente. A cena continua: o bebé gatinha, a ponta do caixote acompanha-o e o Jeremy segue-os, com um microfone numa mão. Pergunta qualquer coisa a um espectador e este responde em inglês (!):
   - That's one reason. I hope not!
   A sala desata a rir e são atirados bonecos parecidos com o bebé para o palco.
   Acordei às 6:30, levantei-me e fui à cozinha buscar um caderno e apontei o sonho.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Frase do dia no goodreads

   No goodreads, leio a frase escolhida para hoje, segunda-feira: "Woke up this morning with a terrific urge to lie in bed all day and read", de Raymond Carver.
   Substituo a cama pela praia. Encontrei no folheto do Lidl esta espreguiçadeira e só me apetece meter baixa por deficiência de vitamina D.


  Ainda faltam dois meses para as minhas férias grandes.

sábado, 9 de maio de 2015

Fashion victim

   Ontem, passei o fim da tarde nas compras. Percorri as lojas de roupa do centro comercial perto de casa. Mas o que se passa com a ganga hoje em dia? Será que não há umas calças que não sejam super apertadas, que na altura de despir não tragam um pedaço de pele junto? E que não sejam curtas? Gostei, particularmente, de um modelo com a frase "Estas calças são curtas para mostrar os seus sapatos preferidos." Que roupa atenciosa...
   E os casacos de ganga? E só queria um clássico, não um que me ficasse pelo umbigo e todo esfarrapado. Depois admiram-se que eu compre dois pares de calças iguais, quando gosto do modelo, ou quatro camisolas semelhantes, só variando a cor.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Mensagem subliminar

   Só agora reparei que a minha colega traz uma camisola com a imagem de uma fatia de bolo e a mensagem 'Eat cake'. 
   Vou ali ao primeiro andar à máquina dos doces.

Foi na loja do Mestre André

   Há uns dias, deixei de ter a TSF sintonizada no rádio-despertador. Não sei como o fiz. Basta tocar no botão por acidente e aquilo desliza para o lado. Depois, para voltar a encontrá-la é o cabo dos trabalhos (não sei a frequência de cor). Como não estive para me aborrecer, apanhei a RFM. Aquilo é a RFM?  Quem é o Jajão? Estava a vestir-me de manhã e assustei-me. De qualquer forma, detesto kizomba e afins.
   O meu ouvido musical parou algures nos anos 90, com as "4 Non Blondes".  Mas, pronto, lá me acalmei. Agora acordo com a Antena 2. Remédio santo.

domingo, 5 de abril de 2015

Feliz páscoa e tal

  Afinal, a máquina de lavar a roupa também quinou. Pois é, passei o fim-de-semana a lavar cuecas e meias e deixei a roupa mais pesada para o pacote da lavandaria. Se o seguro não me pagar, vou abrir um crowdfunding aqui no blogue. E a ajudar à brincadeira, o portátil não aceita o modem novo. Estar a escrever no tablet é dose, mas, vá, pelo menos tenho um :-P
   A vossa páscoa também foi supimpa?

segunda-feira, 16 de março de 2015

Índice Médio de Felicidade II

"Este silêncio, este sossego, mesmo esta solidão, são coisas que já antes faziam parte de mim. Tenho os meus livros e os meus gatos e a Internet. É suficiente. Os dias passam e eu nem dou por eles." - p. 223.

David Machado, Índice Médio de Felicidade, D. Quixote, 1.ª edição, Agosto de 2013.

   Vejo pouca televisão, oiço pouca rádio. Necessito cada vez mais de silêncio. De manhã, acordo com uma rádio sintonizada,  por volta das seis menos dez. Não oiço o que está a passar, mas prefiro-a a despertar com o alarme do rádio-despertador. O rádio continuará ligado durante 59 minutos, enquanto me arranjo. O ruído é abafado pela porta fechada do quarto. Há semanas que nem a telefonia do quarto-de-banho ligo.
   Saio de casa um pouco depois das sete. Ruído, ruído logo cedo, no comboio, no autocarro, na auto-estrada. Depois, no trabalho. As pessoas chegam aos poucos. Encontram-se nos corredores, retomam, diariamente, a rotina, fala-se ao telemóvel, liga-se o rádio que está numa secretária, pergunto-me como conseguem trabalhar com o rádio ligado, e conversam  ao mesmo tempo, e quando não têm nada que fazer, riem-se com os vídeos no youtube sem auscultadores. Ruído incessante quase oito horas seguidas. E conversam alto, alto demais para quem precisa estar concentrado. Não me consigo abstrair de todos os sons que me cercam. Fico com dores-de-cabeça, incomodam-me.
   Saio às cinco e meia, mais uma viagem de regresso a Lisboa de autocarro, mais barulho, o rádio está ligado, está sempre ligado sobre os bancos dos passageiros.
   Desejo chegar a casa. Ao meu silêncio. Os gatos fazem-me companhia, mas como são tantos, entretêm-se eles  próprios. Livro-me da roupa do trabalho, umas calças de fato-de-treino, uma camisola velha, larga, desbotada, como qualquer coisa e sento-me no sofá com um livro na mão. O César sobe para o meu colo, começa com as massagens, livro de um lado, gato de outro. Relaxo. As gatas esticam-se pela sala, no cadeirão, no parapeito da janela, em cima da TV, no sofá.
   Leio, leio muito em silêncio. Tenho sorte com os vizinhos. Não há grandes barulhos, música alta, portas a bater, discussões. Sem TV, sem rádio, leio, encosto a cabeça, fecho os olhos uns momentos.
  Sossego, descanso, livro, gatos, sofá, silêncio, por fim. A minha felicidade é, também, isto.

terça-feira, 3 de março de 2015

Falta de juízo

   Não me custou a extracção de um siso. Não me custou levar dois pontos. Não custou comer comidas frias e moles durante os primeiros dias (nunca comi tanto nestum de arroz).
   O que me custa é conter-me para não esgravatar com a língua o buraco à procura da ponta do fio.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

No creo en brujas, pero que las hay, las hay

   Na passada sexta, às 11 horas, fui, então, à entrevista. Com tanta conversa com a minha antiga colega e esqueci-me de lhe perguntar como se chamava a dirigente dos recursos humanos com quem eu iria me encontrar. Qual não foi a minha surpresa quando ela disse o nome. Fiquei siderada e até pensei que não seria a mesma; afinal, há muitas Marias na terra. Quando o elevador chegou ao rés-do-chão e de lá saiu uma mulher, eu pensei, 'Sim, não é a mesma pessoa'. Afinal, era uma técnica que trabalhava na mesma unidade orgânica e que veio buscar-me à recepção. E, sim, era a mesma pessoa! Ela recordava-se bem de mim, até perguntara se a Margarida não era uma pessoa gordinha? :D Bem, há dez anos, de facto, eu pesava mais de setenta quilos. 'Não', respondera a minha antiga colega, 'não deve ser a mesma pessoa'.
   Era, era, quero dizer, sou eu, e a dirigente foi minha superiora há dez anos, num outro organismo. Ela trabalhou nos recursos humanos, por pouco tempo foi minha directora de serviços, até que saiu em 2005.
   Lá nos reunimos, ela falou no perfil do técnico que desejava para os recursos humanos, eu nunca trabalhei em recursos humanos, mas que tal não fosse impedimento, eu iria fazer o meu melhor. E correu muito bem. Deu-me o email, o número de telemóvel, pediu que eu formalizasse o pedido por escrito e eu saí de lá a pensar que grande coincidência esta. Mais uma.
   Todavia, fiquei um pouco preocupada, porque seriam funções novas e eu em RH, numa área específica, estou a zeros. Lá me mexi, pesquisei e não é que encontrei um curso de formação exactamente nessa área? E, mais uma coincidência, as inscrições estão abertas até meio deste mês. A formação não é propriamente barata, mas, enfim, o que tem de ser, tem de ser. Ontem à noitinha, fiz a inscrição online, recebi no email o formulário com os meus dados em pdf e, esta tarde, enviei por email o pedido de mobilidade, anexando diversos documentos (CV, certificado de habilitações, declaração do serviço, enfim, tinha tudo digitalizado), incluindo o formulário desse curso e uma referência no requerimento de mobilidade.
   Quando referi num post anterior que não estava nada fácil eu ir trabalhar para Viseu, por não conhecer ninguém num serviço público, bem, neste caso específico de me mudar para Lisboa, ainda por cima para uma instituição a dois passos da Cinemateca, da Politécnica, do metro,dizia eu, que neste caso, o factor C sou eu! :D