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sexta-feira, 22 de setembro de 2017
segunda-feira, 17 de julho de 2017
Sílvia Pérez Cruz; Max Richter
Este é um daqueles posts dois em um, tal como o anterior, mas o tema é o mesmo: música.
No mês passado, fui assistir ao concerto da Sílvia Perez Cruz no CCB, que apresentou o seu último CD 'Vestida de Nit'. O Grande Auditório estava esgotado (tinha comprado o bilhete há muito tempo), embora com alguns lugares em pé lá no alto, a plateia delirante, cúmplice, pedindo, ou melhor, gritando, algumas canções mais conhecidas. Mas, até ela as cantar (que, afinal, estavam previstas no alinhamento), a SPC foi desfiando conversa entre canções.
O Miguel já tinha escrito sobre o concerto em Coimbra, o João Nuno Silva (que não conheço, mas pesquisei o nome e o concerto em Portugal e surgiu o seu blogue) escreveu, também, um excelente post e eu acrescento que este concerto contou com dois convidados, e, assim, foram mais três músicas que contribuiram, também, para uma excelente noite: o pianista Júlio Resende, que já tinha trabalhado com ela há uns anos, e o Salvador Sobral.
Podem ler mais sobre este concerto na Fest Magazine.
~~~~~
Estou sempre a repetir-me, mas o Bitaites é um dos melhores blogues que conheço. Já aqui o escrevi há que tempos e, sim, é muito, muito bom. E agora, mais uma vez, não desilude.
Eu não vejo muitas séries na televisão, mas, graças a este texto, fui ouvir a fabulosa banda sonora da série The Leftovers. Oiçam, sim, é só isso que deixo aqui escrito. BRILHANTE!
Link para o post; a banda sonora está no fim, mas não deixem de ler o texto.
No mês passado, fui assistir ao concerto da Sílvia Perez Cruz no CCB, que apresentou o seu último CD 'Vestida de Nit'. O Grande Auditório estava esgotado (tinha comprado o bilhete há muito tempo), embora com alguns lugares em pé lá no alto, a plateia delirante, cúmplice, pedindo, ou melhor, gritando, algumas canções mais conhecidas. Mas, até ela as cantar (que, afinal, estavam previstas no alinhamento), a SPC foi desfiando conversa entre canções.
O Miguel já tinha escrito sobre o concerto em Coimbra, o João Nuno Silva (que não conheço, mas pesquisei o nome e o concerto em Portugal e surgiu o seu blogue) escreveu, também, um excelente post e eu acrescento que este concerto contou com dois convidados, e, assim, foram mais três músicas que contribuiram, também, para uma excelente noite: o pianista Júlio Resende, que já tinha trabalhado com ela há uns anos, e o Salvador Sobral.
Podem ler mais sobre este concerto na Fest Magazine.
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Estou sempre a repetir-me, mas o Bitaites é um dos melhores blogues que conheço. Já aqui o escrevi há que tempos e, sim, é muito, muito bom. E agora, mais uma vez, não desilude.
Eu não vejo muitas séries na televisão, mas, graças a este texto, fui ouvir a fabulosa banda sonora da série The Leftovers. Oiçam, sim, é só isso que deixo aqui escrito. BRILHANTE!
Link para o post; a banda sonora está no fim, mas não deixem de ler o texto.
domingo, 28 de maio de 2017
Sílvia Pérez Cruz - Pequeño Vals Vienés
En Viena hay diez muchachas,
un hombro donde solloza la muerte
y un bosque de palomas disecadas.
Hay un fragmento de la mañana
en el museo de la escarcha.
Hay un salón con mil ventanas.
¡Ay, ay, ay, ay!
Toma este vals con la boca cerrada.
Este vals, este vals, este vals,
de sí, de muerte y de coñac
que moja su cola en el mar.
Te quiero, te quiero, te quiero,
con la butaca y el libro muerto,
por el melancólico pasillo,
en el oscuro desván del lirio,
en nuestra cama de la luna
y en la danza que sueña la tortuga.
¡Ay, ay, ay, ay!
Toma este vals de quebrada cintura.
En Viena hay cuatro espejos
donde juegan tu boca y los ecos.
Hay una muerte para piano
que pinta de azul a los muchachos.
Hay mendigos por los tejados.
Hay frescas guirnaldas de llanto.
¡Ay, ay, ay, ay!
Toma este vals que se muere en mis brazos.
Porque te quiero, te quiero, amor mío,
en el desván donde juegan los niños,
soñando viejas luces de Hungría
por los rumores de la tarde tibia,
viendo ovejas y lirios de nieve
por el silencio oscuro de tu frente.
¡Ay, ay, ay, ay!
Toma este vals del "Te quiero siempre".
En Viena bailaré contigo
con un disfraz que tenga
cabeza de río.
¡Mira qué orilla tengo de jacintos!
Dejaré mi boca entre tus piernas,
mi alma en fotografías y azucenas,
y en las ondas oscuras de tu andar
quiero, amor mío, amor mío, dejar,
violín y sepulcro, las cintas del vals.
(Este poema de Federico García Lorca também é cantado por Leonard Cohen: Take This Waltz)
quinta-feira, 25 de maio de 2017
Sílvia Pérez Cruz - Abril 74
'ABRIL 74' (EN ESPAÑOL)
Compañeros, si sabéis donde duerme la luna blanca,
decidla que la quiero
pero que no puedo acercarme a marla,
porque aún hay combate.
Compañeros, si conocéis el canto de la sirena,
allá en medio del mar,
yo me acercaria a buscarla,
pero aún hay combete.
Y si un triste azar me detiene y doy en tierra,
llevad todos mis cantos
y un ramo de flores rojas
a quien tanto he amado,
si ganamos el combate.
Compañeros, si buscáis las primaveras libres,
con vosotros quiero ir
que para poder vivirlas
me hice soldado.
Y si un triste azar me detiene y doy en tierra
llevad todos mis cantos
y un ramo de flores rojas
a quien tanto he amado.
Cuando ganemos el combate.
domingo, 21 de maio de 2017
Sílvia Pérez Cruz - Todo hombre
Dicen que hay
una manera mejor
de contar esta historia,
hay que brindar.
Tener piedad
con honradez
no es tan fácil,
no lo es.
Todo hombre que pega a otro hombre
es un hijo que pega a otro hijo,
todo hombre que roba a otro hombre,
es el hijo de una madre
que era nieta y bisnieta
y lloraba y flotaba.
Se despistó,
perdió el orgullo, las llaves
y el nombre de hombre normal.
Hay que dormir.
Todo pobre que pide a otro hombre
es un hijo que pide a otro hijo,
todo rico que es un pobre hombre
es el hijo de una madre
que era nieta y bisnieta
y pedía y dormía.
Mal pescador
el que no sabe de vientos,
ni nombra a los peces,
ni quiere mojarse en el mar,
ni cortarse la boca con sol y sal.
Cambiar o remar.
Ir a misa o repicar.
Todo hombre que echa a otro hombre
es un hijo que echa a otro hijo,
todo padre que echa a otro padre
es el hijo de una madre
que era nieta y bisnieta
y nacía y moría.
Conquistador,
provocador,
vendes humo
al peor postor.
La dignidad
pierde valor
por tres duros
y un bofetón.
Levantemos la copa y el sol
del poeta que atiende el dolor
que se inspira y expira perdón
que se esconde a llorar a un rincón
que declina con alma y pudor
en voz baja y desde lejos
él resiste y persiste
y confía en su don.
terça-feira, 7 de março de 2017
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
Wham!, uma pancada repentina. Autópsia a uma era que acabou
No passado dia 19 de dezembro, a revista The New Yorker publicou este cartoon:
“Maybe cool it on the beloved celebrities for a bit.”
Pois o dia 25 de Dezembro foi o 'Último Natal' de George Michael. Deixo um link de um interessante artigo do Sapo24: "Wham!, uma pancada repentina. Autópsia a uma era que acabou".
«Já toda a gente disse que este ano foi um massacre no universo da pop e do rock. No rock erudito – Bowie - no rock avant-garde – Prince – e no das baladas – Cohen. Faltava um símbolo do pop, esse rock dançante que substitui a intenção pela excitação....»
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Ludovico Einaudi
Hoje, ao sair do trabalho, a caminho da estação de comboios de Roma-Areeiro, lembrei-me que, às quintas-feiras, o Pascal está a trabalhar na parafarmácia situada numa rua ao lado da Avenida de Roma. Há dois meses, à hora do almoço, recebi uma massagem sentada na cadeira, desde as costas, aos ombros, braços, mãos, nuca, pescoço, enfim, tudo o que estava a precisar, e senti-me tão bem que fiquei fã dele. Assim, desta vez, como tinha mais tempo e pouco passavam das cinco e meia, consegui fazer uma massagem sem marcação.
Mas o melhor foi ele ter colocado, como música ambiente, o Einaudi, em vez de música zen. Eu era, apenas, a segunda cliente dele que tinha adivinhado o nome do compositor.
Durante o tempo em que durou a massagem, mais de meia hora, e até ter comido alguma coisa no 'Vitta Roma', antes de ir para casa, tentei lembrar-me do primeiro nome do Einaudi. Leonardo, Federico? Associei ao Leonard Cohen e ao meu gato Fred, que agora são mais as vezes que o chamo de Frederico, mas, lá bem no fundo, sentia que não era o nome correcto. E claro que não era e, mesmo antes de me recordar que podia ter confirmado no telemóvel (tenho lá as músicas), veio-me à memória: Ludovico! Bem, foi uma junção daqueles dois nomes, lá pensei.
E aqui fica, então, o Ludovico Einaudi (tive pena de não ter ido aos concertos, é verdade).
Mas o melhor foi ele ter colocado, como música ambiente, o Einaudi, em vez de música zen. Eu era, apenas, a segunda cliente dele que tinha adivinhado o nome do compositor.
Durante o tempo em que durou a massagem, mais de meia hora, e até ter comido alguma coisa no 'Vitta Roma', antes de ir para casa, tentei lembrar-me do primeiro nome do Einaudi. Leonardo, Federico? Associei ao Leonard Cohen e ao meu gato Fred, que agora são mais as vezes que o chamo de Frederico, mas, lá bem no fundo, sentia que não era o nome correcto. E claro que não era e, mesmo antes de me recordar que podia ter confirmado no telemóvel (tenho lá as músicas), veio-me à memória: Ludovico! Bem, foi uma junção daqueles dois nomes, lá pensei.
E aqui fica, então, o Ludovico Einaudi (tive pena de não ter ido aos concertos, é verdade).
domingo, 20 de novembro de 2016
Adele - Million Years Ago (Efe Tekin Remix)
I only wanted to have fun
Learning to fly learning to run
I let my heart decide the way
When I was young
Deep down I must have always known
That this would be inevitable
To earn my stripes I'd have to pay
And bare my soul
I know I'm not the only one
Who regrets the things they've done
Sometimes I just feel it's only me
Who can't stand the reflection that they see
I wish I could live a little more
Look up to the sky not just the floor
I feel like my life is flashing by
And all I can do is watch and cry
I miss the air I miss my friends
I miss my mother I miss it when
Life was a party to be thrown
But that was a million years ago
When I walk around all of the streets
Where I grew up and found my feet
They can't look me in the eye
It's like they're scared of me
I try to think of things to say
Like a joke or a memory
But they don't recognise me now
In the light of day
I know I'm not the only one
Who regrets the things they've done
Sometimes I just feel it's only me
Who never became who they thought they'd be
I wish I could live a little more
Look up to the sky not just the floor
I feel like my life is flashing by
And all I can do is watch and cry
I miss the air I miss my friends
I miss my mother I miss it when
Life was a party to be thrown
But that was a million years ago
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Aqueles Dias
Hoje é o Dia Mundial do Animal. O mais recente membro da família, o Fred, chegou há dois meses. Como passaram rápido! Engordou, tornou-se o rei da casa, usurpando os lugares onde dormem os outros gatos (excepto em cima da TV, que continua a ser o sítio preferido da Dalila).
--&--
Fiz anos há uns dias. Uns quantos acima dos quarenta, mas a balança do PT dá-me 27 anos, por isso, está tudo bem.
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O Freddie faria 70 anos no mês passado.
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Fiz anos há uns dias. Uns quantos acima dos quarenta, mas a balança do PT dá-me 27 anos, por isso, está tudo bem.
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O Freddie faria 70 anos no mês passado.
terça-feira, 19 de julho de 2016
De La Mar - Noa Noa
O terceiro álbum do duo Noa Noa, de Filipe Faria e Tiago Matias, foi apresentado no programa Raízes, da Antena 2. O programa está disponível no RTP Play (aqui). Este disco, De La Mar, é dedicado às canções sefarditas em ladino. A primeira canção é maravilhosa.
terça-feira, 5 de julho de 2016
Bitaites e queer jazz
Não sei há quantos anos tenho o Bitaites nos meus favoritos; comecei por gravar a página da Rádio Bitaites há uma gamela de anos e lá caía de vez em quando. Não sigo religiosamente, há muito que a rádio se eclipsou, mas quando regresso ao B., encontro sempre bons artigos.
O último post não é excepção: o jazz está a voltar a ser queer. É ler e escutar.
O último post não é excepção: o jazz está a voltar a ser queer. É ler e escutar.
domingo, 19 de junho de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
Zero a zero
A Redonda diz que a TV é só bola, só bola e não há notícias.
Concordo.
(este é um grande disco-homenagem. As covers são excelentes. Tenho-o há anos).
Concordo.
(este é um grande disco-homenagem. As covers são excelentes. Tenho-o há anos).
domingo, 8 de maio de 2016
Deptford Goth - Life After Defo
Um extraordinário álbum já com uns anos que nunca me canso de ouvir. Há 3 anos, escrevi isto.
Em escuta contínua no S.
Life after Defo dá o título ao álbum. Aqui está o vídeo:
Life after Defo dá o título ao álbum. Aqui está o vídeo:
terça-feira, 22 de março de 2016
Quem não está ocupado em nascer está ocupado em morrer
'Lembro-me muito bem de um pormenor curioso: a última canção que punham todas as noites, como um aviso discreto aos clientes habituais de que o bar ia fechar, era It's alright (I'm only bleeding), uma velha canção de Bob Dylan que Rodney adorava porque, tal como a mim os ZZ Top me devolviam o desconsolo sem horizontes da minha juventude, a ele era-lhe devolvido o júbilo hippy da sua juventude, ainda que se tratasse de uma canção tristíssima que falava de palavras desiludidas que ecoam como balas e de cemitérios a abarrotar de falsos deuses e de gente solitária que chora e tem medo e vive num poço sabendo que tudo é mentira e que compreendeu cedo de mais o que não vale a pena tentar compreender, esse júbilo era-lhe talvez devolvido graças a um verso que eu também não consegui esquecer: «Quem não está ocupado em nascer está ocupado em morrer».'
Javier Cercas, A Velocidade da Luz, Edições Asa, p. 30.
Javier Cercas, A Velocidade da Luz, Edições Asa, p. 30.
sexta-feira, 18 de março de 2016
Mikael Tariverdiev
Há coisa de um mês, li uma peça sobre este compositor no Público. Ouvi os vídeos e fui ao youtube procurar outras músicas. Melodias românticas, entre jazz e um toque de chanson française, e Tariverdiev caiu-me no goto. Pesquisei um pouco mais e fui dar com uma crítica do Davide Pinheiro, agora alojado no Sapo.
A caixa com as obras encontra-se à venda aqui. Em alternativa, existe o Spotify, onde Couple in a Café (da série de televisão 'Seventeen Moments of Spring') toca sem parar.
A caixa com as obras encontra-se à venda aqui. Em alternativa, existe o Spotify, onde Couple in a Café (da série de televisão 'Seventeen Moments of Spring') toca sem parar.
quinta-feira, 3 de março de 2016
domingo, 28 de fevereiro de 2016
En el ultimo trago
Nada me han enseñado los años
siempre caigo en los mismos errores
otra vez a brindar con extraños
y a llorar por los mismos dolores
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