sexta-feira, 8 de agosto de 2014

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Viseu II

Continuando a divulgar a cidade das tílias, recomeço pela zona onde fiquei no primeiro post.

Depois de visitar a Cava do Viriato, voltei para trás e segui, novamente, até à Ribeira.

Aqui está uma fotografia. Fiz batota. É uma foto do dia seguinte, sexta-feira (Viseu é tão pequena que desci o centro histórico e vim aqui parar, antes do almoço). O céu está com mais nuvens, ao contrário do azul brilhante de quinta, mas para manter a sequência da passeata,  e como não tirei fotografias do Rio Pavia no dia anterior, decidi colocá-la. Ao lado, encontra-se um pequeno jardim; é um sítio belo, sereno, renovado, que não existia no meu tempo de miúda, mesmo ao lado do local onde se realiza anualmente a Feira de S. Mateus.


Olho para esta fotografia e penso que tenho imensa sorte por poder redescobrir a cidade que me viu crescer e que não apreciei devidamente em adolescente.

Mantendo-me nesta parte da cidade, fui caminhando rua acima até à Porta dos Cavaleiros.


É uma das primitivas entradas do burgo medieval. Sobre o arco repousa um nicho albergando uma imagem do século XVIII representativa de N. Sr.ª da Graça. (texto retirado do site da C.M. de Viseu, aqui).

Um pouco acima da Porta dos Cavaleiros, e continuando na avenida, no Largo Mouzinho de Albuquerque existe o Teatro Viriato (com muita pena, ainda não o visitei) e, entre outros edifícios, a Escola Secundária Emídio Navarro, onde estudei do 7.º ao 9.º anos, isto é, entrei com 12 e saí com 15 anos, para outra escola secundária, porque não tinha a área D, Estudos Humanísticos. Não tirei fotografias, mas encontram mais explicações no site da C.M. de Viseu, aqui.

Foi, então, nesta zona da cidade que entrei na Rua Direita. O cheiro das drogarias foi o que mais me impressionou, levando um momento a habituar-me, bem como a uma certa claustrofobia. A rua é estreita, cinzenta, antiquíssima, buliçosa.



No interior das muralhas medievais, esta rua, a meia encosta, era "o caminho mais directo para a cidadela". Estreita e sinuosa, contrariando o seu nome, a Rua Direita tinha grande actividade comercial, sendo conhecida por "Rua das Tendas". Possui vários edifícios interessantes, dos séculos XVI e XVIII, sendo o mais notável desta época o Solar dos Treixedos. A Rua Direita é um bom exemplo de adaptação com intervenção municipal. Transformada em via pedonal há vários anos, ali se experimentaram novos pavimentos, sinalética, iluminação pública, etc., para melhorar o conforto e preservar a vitalidade, que continua forte (texto retirado do site da C.M. de Viseu, aqui).

Finalmente, cheguei ao Adro da Sé. Fui caminhando devagar, subindo a Rua do Comércio (para mais informações, consultar o site da C.M. de Viseu, aqui), que era a rua onde eu comprava as revistas disney em segunda mão, ou trocava. Também existia a Casa do Povo, onde tive aulas de música, quando eu pensava que tinha jeito para isso, mas foi sol de pouca dura.


A Sé Catedral, entendida no seu todo, revela-se como um harmonioso conjunto, resultado de sucessivas intervenções de diferentes construtores, que na estrutura da igreja deixaram as marcas do seu tempo. A base arquitectónica da Catedral remonta aos séculos XIII-XIV, em estilo Românico-Gótico, tendo-se arrastado a construção por vários séculos. A sua estrutura de planta latina, cujos muros dos braços desiguais ainda subsistem, sustentados por robustos contrafortes, traduz essa linguagem, de um românico tardio e evocativo. Numa das mais "compostas" praças de Portugal, impõe-se a fachada  principal, onde se pode ler o vocabulário românico na Antiga Torre do Cartório, hoje Torre do Relógio, A outra torre, chamada Torre dos Sinos, adjacente ao Museu de Grão Vasco, é apenas uma evocação desse tempo, uma reedificação que substitui a inicial, que ruiu devido a um forte temporal em Fevereiro de 1635. O corpo central da fachada que hoje se pode contemplar (substitui frontispício manuelino que existiu até 1635), é fruto do labor do arquitecto João Moreno, cujo nome está ligado à cidade de Salamanca. A linguagem arquitectónica utilizada tem inspiração nos retábulos maneiristas, de vocabulário sóbrio e equilibrado, dividida que está a fachada em três registos horizontais, onde se rasgam seis nichos que albergam as imagens dos quatro Evangelistas, de S. Teotónio (ao centro) e no registo superior, a imagem de Nossa Senhora da Assunção. (extracto retirado do site da C.M. de Viseu, aqui, aconselhando-se uma leitura aprofundada, dado o interesse da descrição).


Contíguo à catedral, do lado norte, fica um majestoso edifício em granito, o antigo Paço dos Três Escalões, actualmente Museu de Grão Vasco. A sua principal colecção é constituída por um conjunto notável de pinturas de retábulo, proveniente da Catedral e de igrejas da região, da autoria de Vasco Fernandes (c 1475 - 1542), o Grão Vasco. (texto retirado do site da C.M. de Viseu, aqui, aconselhando-se uma leitura aprofundada, por incluir preços e horário de funcionamento).


Em frente à Sé, encontra-se a Igreja da Misericórdia, tendo como data provável de construção 1510. Igreja de beleza faustosa, enquadra o lado poente da praça que se estende a seus pés. Esta obra parece assumir o espírito da arquitectura do século XVIII, onde se verifica um forte ecletismo e, apesar da predominância do estilo Rocaille, transparece a arquitectura chã. Desenvolvida num registo horizontal, a fachada da Misericórdia apresenta um corpo central que se impõe, de maior altura, rematado por um frontão ondulante, coroado este por uma cruz; o desenho do frontão é acompanhado pela empenha que enquadra as armas reais. (texto retirado do site da C.M. de Viseu, aqui).

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Diário das férias

Segunda:
Quinta da Regaleira e Lisboa.

Terça:
Arrumações, limpeza, preparar a viagem.

Quarta-sexta:
Coimbra-Viseu.

Sábado:
César foi ao veterinário levar a segunda dose das vacinas. A veterinária aproveitou para tirar a temperatura, auscultar e observar a boca. Tem gengivite. Receitou Elugel.
Chegar a casa e olhar para a boca da gatas. A Elvira e a Alice  também têm as gengivas irritadas. Mentalizar-me para ter de esfregar um dedo com a pasta nas gengivas dos gatos durante três dias. Ponderar a compra de uma bebida forte, tipo Cutty Sark. Preferia Bushmills, mas a carteira está vazia.
Procurar os valiuns receitados ao Farrusco no ano passado.
Sobreviver a sopa de feijão verde, broa de Viseu, gelatina e iogurtes caseiros.

Domingo:
Depois do almoço, ida a Lisboa.
Pelas 16,30, aproveitar ser o primeiro domingo do mês e entrar gratuitamente no MNAA. Sair às 18,00. Caminhar até ao Cais do Sodré, passar pelo Time Out - Mercado da Ribeira, não gostar, sair sem gastar nada, entrar no metro, ir à feira de livros usados e comprar 'O Memorial', de Christopher Isherwood, por 2,5 €.
Continuar a sopa, gelatina, iogurtes e broa.


Segunda:
Lagartar em casa.
Abrir o frigorífico e constatar que o prazo dos ovos acaba neste dia. O que fazer com cinco ovos L? Um pão-de-ló. Cinco ovos, o peso dos ovos em açúcar, metade do peso em farinha, coze em forno médio.
Continuar a sobreviver a sopa e agora a pão-de-ló. A broa acaba-se. Tirar o liquidificador do armário e fazer batidos de maçã (única fruta da casa).

Terça:
Despensa vazia. Ida ao hipermercado.
Regressar pela hora do almoço. Um calor insuportável.
O pão-de-ló está pela metade. De consciência pesada, ao fim da tarde, caminha-se 10 kms pela marginal. Descansa-se na praia dos tesos. Pelo andar da carruagem, será a única praia a frequentar nos próximos dias. Perto, sem muita gente, mas sem molhar os pés. É levar a toalha, a garrafa de água, um livro, estar lá umas horas e regressar a casa. Dispensa-se o calor e a areia a escaldar.

Quarta-feira:
O pão-de-ló conseguiu sobreviver dois dias. As duas últimas fatias desaparecem ao pequeno-almoço.
Tarde: Lisboa.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Viseu

   As origens de Viseu antiga e nobilíssimacidade perdem-se nas brumas do tempo. Aqui estanciaram homens das Idades remotas da pré-história e conviveram Celtas e Lusitanos: aqui se fixaram os Romanos em séculos de prosperidade e paz e por aqui passaram com maior ou menor detença hordas dos povos invasores: Suevos, Godos e Muçulmanos.
   No tempo dos Suevos, em meados do século VI, já Viseu tinha os seus bispos, sufragâneos de Braga. Mais tarde, porém, com a chegada dos Muçulmanos e a derrocada do reino visigodo, o receio das violências dos infiéis obrigou-os a tomar o caminho do exílio e a refugiar-se nas longínquas montanhas das Astúrias. Seguiu-se um longo período nebuloso e trágico, raramente clareado por breves lampejos de paz.
   Mudando frequentemente de mãos, ora em poder de cristãos, ora de maometanos, apenas no ano 1058 a cidade de Viseu, graças à arremetida vitoriosa de Fernando Magno, rei de Leão, logrou recuperar, definitivamente, a sua liberdade. Mas tão desmantelada ficou, forma tão fundas as feridas da rude ofensiva leonesa, que somente em 1147/1148 - cem anos após a reconquista...- estava a Diocese em condições de sustentar bispo próprio. Durante tão longo interregno pontifical, foi a Diocese governada pelos Bispos de Coimbra, por intermédio de Priores, o mais célebre dos quais, pelas suas virtudes, foi S. Teotónio, patrono actual da cidade (estas informações foram retiradas do site da Câmara Municipal de Viseu e aconselha-se uma consulta mais aprofundada aqui).

Como visitei a minha cidade com olho de turista flaneur, na tarde de quinta-feira, sem pressa, sem guia e sem itinerário escolhido, fui andando e fotografando, optando por entrar, apenas, em dois espaços culturais que não conhecia a fundo. O primeiro é a Casa da Ribeira. O outro, que adorei e fiquei com uma enorme pena de lá não trabalhar, é a Casa do Miradouro (aprofundarei esta casa em próximo texto).


 

   Casa da Ribeira é um espaço cultural evocativo de múltiplas memórias de Viseu e da história recente do lugar.
   A ela associam-se a presença dos tradicionais moinhos do rio Pavia, o lagar de azeite e o labor das lavadeiras que coravam e secavam as roupas junto da represa do moinho. A Casa evoca ainda a presença das barcas na Ribeira, que marcaram a vida do rio e da comunidade, em momentos de lazer e num imaginário infantil de aventuras.
  A Casa da Ribeira apresenta à comunidade e aos visitantes um conjunto de exposições e experiências culturais que trata e evoca esse e outros patrimónios de Viseu (texto retirado do site da C.M. de Viseu, aconselhando-se uma leitura aqui).
   A visita é gratuita e o espaço lindíssimo.

Ao lado da Casa da Ribeira, encontra-se a Igreja da Nossa Senhora da Conceição.



      É uma antiga capela construída no século XVII e dedicada a S. Luís, rei de França, que se refez mais tarde e onde se estabeleceu a Irmandade de Nossa Senhora da Conceição. Com o crescimento da Irmandade, em 1757 deu-se início à renovação deste espaço. A traça deste pequeno templo deve-se, provavelmente, ao mestre António Mandes Coutinho, que lhe imprimiu um cunho cenográfico. Na fachada desenha-se um portal com uma moldura de traço simples, onde se sustenta um frontão enrolado com uma tarja ostentando insígnias marianas. Num registo inferior rasgam-se duas janelas, iluminando desta forma a nave, enquanto que num registo superior se abre um óculo, também ele enquadrado por uma moldura sem valor expressivo, e que desta forma ilumina o coro alto da igreja. O remate é de uma graciosidade pura, imprimindo uma leveza de movimento ao conjunto. Duas urnas coroam as pilastras adossadas ao corpo central. À direita, um campanário com duas ventanas. No seu interior, a separar a nave da capela-mor, existe um arco cruzeiro. Possui três retábulos Rococó, da segunda metade do século XVIII, inspirados nos da Igreja dos Terceiros de S. Francisco. Na parede da nave, um pequeno nicho alberga uma estátua do século XVII, de S. Luís, rei de França. Nos inícios do século XX foi construída a dupla escadaria e o gradeamento do átrio (texto retirado do site da C.M. de Viseu, aqui).

Ao lado, encontra-se uma magnífica casa recuperada (a Casa Nova da N. Sr.ª da Conceição), com as paredes decoradas com cobertura de escamas.

Continuando o périplo, seguindo pela rua da Igreja, do lado direito temos a famosa Cava do Viriato e a Estátua de Viriato.


À beira da Cava de Viriato, ergue-se a estátua de Viriato, o aguerrido herói que a cidade desta forma homenageia. O escultor Mariano Benliure, de nacionalidade espanhola, soube interpretar neste expressivo conjunto escultórico, a alma e o vigor do valente guerreiro, que personificou a luta contra o invasor romano e que Viseu adoptou como personagem do seu imaginário na construção da imponência da cidade (texto retirado do site da C.M. de Viseu, aqui).

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Imaginação


'Faça a anatomia da realidade, para mostrá-la ou entendê-la, negá-la, ou melhor ainda, para entender o que a realidade está fazendo com todos nós. Mas o escritor não pode prescindir da sua imaginação, da capacidade de criar, inventar o que não viu, não ouviu, não tocou, não cheirou, não sentiu jamais.' (...) 'Sem imaginação não há literatura. A imaginação é a mãe da ficção, é a mãe da poesia, é até mesmo, como disseram Mommsen e Burckhardt, a mãe da História.'

Rubem Fonseca,  E do Meio do Mundo Prostituto Só Amores Guardei ao Meu Charuto, 1997, ebook.

domingo, 3 de agosto de 2014

Ecopista do Dão: circuito Torredeita-Viseu

Dando continuação ao relato das minhas mini-mini-férias em Viseu, na quinta-feira desloquei-me à vila de Torredeita, local de residência do pároco da minha aldeia (é uma paróquia que engloba três localidades: Torredeita, Farminhão [a minha aldeia] e Boaldeia). Tínhamos conversado uns dias antes por telemóvel e eu confirmei que iria visitá-lo, então, na manhã de quinta.

Pelas onze horas, o assunto que me levou a Torredeita estava tratado e resolvi regressar a Viseu pela Ecopista do Dão.  Não vos maço com descrições sobre a maravilhosa Ecopista, aconselho, pelo contrário, a visita a esta página do site da referida Ecopista (cliquem aqui! Desfrutem do site com calma, tem fotos e descrições interessantes).

Comecei o circuito, então, na estação da Torredeita, onde se encontra uma velhinha locomotiva. É uma pena que a estação não esteja nas melhores condições, mas não a destruíram, como aconteceu com a estação de Viseu (imperdoável!).

Segue-se uma selecção de fotos, das dezenas e dezenas que tirei ao longo de 11,5 km (sim, eu caminhei 11,5 km - muitos mais ao longo do dia), mas valeu a pena. Paisagens de cortar a respiração, silêncio entrecortado pelo chilrear dos pássaros e pelo rastejar de animais no meio da erva, fetos, folhas secas. Quase três horas no paraíso. A última vez que andei por essas bandas foi na automotora, há uns trinta anos, ou seja, eu teria dez, quase onze anos. A automotora saía da estação de Viseu e eu apeava-me na de Farminhão. Já tínhamos o nosso cão, o que viveu dezoito anos, e nas férias sempre o levávamos connosco. A minha mãe, para transportar o Fofo na automotora, pagava meio bilhete (além de o cão ter de usar açaime nessa altura). Bem, lá íamos todos para a aldeia, ainda não vivíamos em Viseu, e deixávamos os gatos soltos, tínhamos uns quantos, e eles lá ficavam sob a alçada de vizinhos. Anos antes, levámos os gatos, duas gatas e um gato, dentro de cestos, e tivemos de os manter fechados em casa da avó, que fugiam. Uma, não a conseguimos segurar, chamava-se Nina, e escapuliu-se. Demorou mais de três meses a regressar a nossa casa, deixando os filhotes pelo caminho (estava prenha quando fugiu). Nessa altura, como não soubemos mais nada dela e não havia chips nem nada que se pareça, foi incrível como ela conseguiu encontrar a nossa casa, dezenas e dezenas de quilómetros de distância da aldeia da avó. (Bem, esta história é um aparte, só para recordar que eu tenho animais de estimação desde criança e nunca poderia viver sem eles e adoro felinos, como é do vosso conhecimento. Nunca tinha contado esta história, da gata Nina, a aventureira, e como era parecida com o Farrusco, tigrada e doce. Quando nos mudámos para a cidade, aí, bem, fomos para um apartamento e os gatos nunca se habituaram. Fugiram de vez para uma casa antiga que tinha grandes espaços verdes e eu via-os muitas vezes, até que refizeram a sua vida por lá).

Ora, retomo a minha caminhada pela Ecopista do Dão. Aqui ficam as fotografias. Divirtam-se. Gravei-as com o nome correcto (espero bem), pelo que acho que não precisam de mais legendas. Macieiras, figueiras (lembro-me de, por esta altura, ou talvez em meados ou fim de Agosto, a automotora fazia uma curva apertada, bem devagar, e esticávamos o braço pela janela e apanhávamos figos, gordos, maduros).

Vinhas, verde, muito verde, pinheiros, penedos, alguns eucaliptos, poucos, felizmente, carvalhos, é um passeio que merece a pena, em vez de irem a pé, aluguem uma bicicleta, eu não o fiz, tive pena. Já quase no fim, a dois quilómetros de Viseu, confesso que me custava imenso a andar, mesmo tendo parado quase meia hora em Figueiró para comer qualquer coisa e retemperar forças.
















Um pequenino vídeo sobre a ponte de Mosteirinho:



Continuam as fotografias :)






















Aqui situava-se a estação de Viseu (artigo na Wikipédia aqui e foto aqui - na sexta-feira de manhã, fui conversar com o fotógrafo do 'Germano', atelier de fotografia que tem um espólio fantástico de fotos antigas).

E assim terminou o passeio. A Ecopista do Dão começa após esta rotunda, no sítio da antiga estação. A cidade de Viseu não é muito grande - refiro-me à cidade propriamente dita, pois cresceu imenso à volta, prédios, prédios, o Palácio do Gelo (não fui lá desta vez), estradas novas, rotundas, sim, muitas...