Viriato.
Caramujo.
A melhor broa do país.
| É uma antiga capela construída no século XVII e dedicada a S. Luís, rei de França, que se refez mais tarde e onde se estabeleceu a Irmandade de
Nossa Senhora da Conceição. Com o crescimento da Irmandade, em 1757 deu-se início à renovação deste espaço. A traça deste pequeno templo deve-se, provavelmente, ao mestre António Mandes Coutinho, que lhe imprimiu um cunho cenográfico. Na fachada desenha-se um portal com uma moldura de traço simples, onde se sustenta um frontão enrolado com uma tarja ostentando insígnias marianas. Num registo inferior rasgam-se duas
janelas, iluminando desta forma a nave, enquanto que num registo superior se abre um óculo, também ele enquadrado por uma moldura sem valor expressivo, e que desta forma ilumina o coro alto da igreja. O remate é de uma graciosidade pura, imprimindo uma leveza de movimento ao conjunto. Duas urnas coroam as pilastras adossadas ao corpo central. À direita, um campanário com duas ventanas. No seu interior, a separar a
nave da capela-mor, existe um arco cruzeiro. Possui três retábulos Rococó, da segunda metade do século XVIII, inspirados nos da Igreja dos Terceiros de S. Francisco. Na parede da nave, um pequeno nicho alberga uma estátua do século XVII, de S. Luís, rei de França. Nos inícios do século XX foi construída a dupla escadaria e o gradeamento do átrio (texto retirado do site da C.M. de Viseu, aqui). Ao lado, encontra-se uma magnífica casa recuperada (a Casa Nova da N. Sr.ª da Conceição), com as paredes decoradas com cobertura de escamas. Continuando o périplo, seguindo pela rua da Igreja, do lado direito temos a famosa Cava do Viriato e a Estátua de Viriato. À beira da Cava de Viriato, ergue-se a estátua de Viriato, o aguerrido herói que a cidade desta forma homenageia. O escultor Mariano Benliure, de nacionalidade espanhola, soube interpretar neste expressivo conjunto escultórico, a alma e o vigor do valente guerreiro, que personificou a luta contra o invasor romano e que Viseu adoptou como personagem do seu imaginário na construção da imponência da cidade (texto retirado do site da C.M. de Viseu, aqui). |