O refeitório do meu trabalho tem uma cozinheira nova. No primeiro dia, colocou caldo de carne na sopa. No segundo dia, eu notei a mesma coisa. E mais duas vezes eu provei e deixei a malga inteira. Inquiri a responsável pelo refeitório, eu era a única que não tinha gostado da sopa, tirando no primeiro dia que, de facto, tinha acrescentado o caldo. Perguntei se a partir de agora poderia comer apenas o prato, a 3 €, e a resposta foi não. Não tinha ordens dos seus superiores (quando eu já tinha visto que servia a alguns colegas apenas o prato). Mas, simpática, deu-me a provar a sopa do dia, disse que viu como tinha sido feita, tudo normal, uma sopa de legumes clássica. Estava boa, gostei, comi-a toda. No fim da refeição, agradeci à cozinheira; estava muito boa.
Bem, com isto tudo, fiquei incomodada com o facto de servir a alguns colegas o prato simples e a outros dizer que não, que teria de ser a refeição completa (sopa, prato, pão, sobremesa/fruta). Assim, se eu não gostasse da sopa, teria de pagar tudo? Pois...
Hoje, a cozinheira estava a servir um colega e bateu com um prato vazio num ferro (há tanto tempo que almoço no refeitório e nunca tal tinha acontecido). Metade do prato caiu na cuba da sopa.
Paguei um prato simples.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
domingo, 22 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Ossos do ofício, leituras sobre carris
Tarde de ontem passada numa EB 2,3 perto de Aveiro. Três horas de sessões de sensibilização, quatro turmas, três do 5.º ano, uma do 6.º. Alunos interessados, interventivos; fui a 'senhora professora Margarida'. Dizem que tenho jeito.
Cinco horas de comboio, entre intercidades e alfa. Por companhia, o Kobo. Acabei 'Os Dragões não Conhecem o Paraíso', do extraordinário Caio Fernando Abreu, e li numa penada o divertido 'Um Brasileiro em Berlim', de João Ubaldo Ribeiro.
Um dia cansativo, mas bastante produtivo.
Cinco horas de comboio, entre intercidades e alfa. Por companhia, o Kobo. Acabei 'Os Dragões não Conhecem o Paraíso', do extraordinário Caio Fernando Abreu, e li numa penada o divertido 'Um Brasileiro em Berlim', de João Ubaldo Ribeiro.
Um dia cansativo, mas bastante produtivo.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Aristogatos XLV
Eu perdi o dó da minha viola, da minha viola eu perdi o dó!
Dormir é muito bom, é muito bom, dormir é muito bom, é muito bom!
Dormir é muito bom, é muito bom, dormir é muito bom, é muito bom!
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Fantasma
Luiz Alfredo Garcia-Roza publicou vários policiais cuja personagem principal é Espinosa, delegado da 12.ª DP (esquadra) de Copacabana, Rio de Janeiro. Vive no Bairro Peixoto e Copacabana surge na maioria das vezes como o palco principal das suas histórias.
Em 1996, publica o primeiro livro desta colecção, 'O Silêncio da Chuva', e em 2009 o nono volume, 'Céu de Origamis'. Eu julgava que era o último desta série, encerrando com chave de ouro as aventuras de Espinosa.
Em 1996, publica o primeiro livro desta colecção, 'O Silêncio da Chuva', e em 2009 o nono volume, 'Céu de Origamis'. Eu julgava que era o último desta série, encerrando com chave de ouro as aventuras de Espinosa.
Passam-se mais de dez anos, entre homicídios, uma relação estável, livros comprados em sebos, não esquecendo a sua famosa estante-de-livros, composta unicamente por livros.
Em 2012, com 'Fantasma', o delegado Espinosa 'ressuscita'. Não gostei tanto como dos outros policiais. Um estrangeiro é assassinado na rua, junto a uma sem-tecto apelidada de Princesa, a sua mala de viagem desaparece e assim começa esta história. Falta-lhe um certo carisma, o enredo é mais fraco, as personagens sem substância. Cheguei nem a meio da história e já sabia quem era o vilão.
Mas o que mais me custou é que a 'estante-de-livros' é raramente mencionada. Imperdoável!
Em 2012, com 'Fantasma', o delegado Espinosa 'ressuscita'. Não gostei tanto como dos outros policiais. Um estrangeiro é assassinado na rua, junto a uma sem-tecto apelidada de Princesa, a sua mala de viagem desaparece e assim começa esta história. Falta-lhe um certo carisma, o enredo é mais fraco, as personagens sem substância. Cheguei nem a meio da história e já sabia quem era o vilão.
Mas o que mais me custou é que a 'estante-de-livros' é raramente mencionada. Imperdoável!
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Ebook 'Instantâneos': um ano depois
Há um ano [leiam, por favor, este post], anunciava a publicação do meu pequenino livro 'Instantâneos - fragmentos da memória'.
Após estes doze meses, o livro continua a ser 'comprado' (é gratuito), tendo superado o número de vendas previsto.
Quem ainda não teve a oportunidade de o ler, pode fazê-lo aqui, na página que a editora INDEX ebooks criou. Leiam. Espero que gostem :)
Após estes doze meses, o livro continua a ser 'comprado' (é gratuito), tendo superado o número de vendas previsto.
Quem ainda não teve a oportunidade de o ler, pode fazê-lo aqui, na página que a editora INDEX ebooks criou. Leiam. Espero que gostem :)
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Almoço dos blogues
Ontem fui almoçar ao restaurante escolhido para o almoço dos blogues. Fica em frente à baía do Seixal, mesmo na curva do rio, ou seja, na 'Timbre Seixalense', na sociedade recreativa. Eu não sou sócia, mas qualquer pessoa pode lá comer. É um sítio muito, mas mesmo muito simples, mas come-se muito bem, é barato e a vista compensa.
Almocei peixe grelhado (uma deliciosa dourada escalada), pão, um copo de vinho, uma sobremesa e um café e nem chegou a 13 €. Como entradas, dispensei o queijo e as azeitonas. NÃO há multibanco.
Assim sendo, este é o sítio escolhido: Seixal, domingo, almoço (1 de Março).
Quem vier de Lisboa, há um barco pelas 11,30 (agradeço que confirmem mesmo este horário no site da Transtejo, aos domingos, do Cais do Sodré para o Seixal e que anotem, igualmente, o barco de regresso a Lisboa - a Transtejo usa o zapping. Ao fim-de-semana, os barcos são muito raros). Quem vier de Lisboa, A2, saída Fogueteiro, Seixal, existe estacionamento em frente à Mundet.
Estas são as condições. Em resumo: o restaurante não é caro, mas não tem multibanco (mas há MB no centro do Seixal e no terminal fluvial), fica marcado para as 12,30, porque só posso reservar no próprio dia, cedo, e cada um escolhe o prato que quer comer (a especialidade é peixe, embora, claro, também sirvam carne). Considerando que o peixe demora o seu tempo a ser feito, penso que entre as 12,30 e as 12,45 é uma hora razoável para nos sentarmos. E também porque o barco chega antes do meio-dia ao Seixal (não fica no centro, mas a 10, 15 minutos a pé), de modo que não há necessidade de se esperar muito tempo para iniciar a refeição. Claro que podem chegar depois desta hora, desde que cheguem, pois estará já alguém no restaurante a aguentar o barco :)
O Seixal é muito calmo ao domingo. A vista é linda, para quem gosta de rio e de espaços desafogados. Espero que S. Pedro ajude e que haja sol. A companhia, claro, será excelente, não importa se formos poucos ou muitos. Será um bom convívio.
Aos amigos que vêm da linha de Sintra, há duas hipóteses (bem, não sei como são os comboios ao domingo): podem sair na estação de comboio dos Restauradores - a última - e caminharem até ao metro do Rossio (linha verde) e sair no Cais do Sodré, que é a última estação. Também podem entrar nos Restauradores, mas é a linha azul, têm de mudar na Baixa-Chiado para a linha verde e julgo que demora mais tempo. A segunda opção é sair na estação de comboios Roma-Areeiro, andarem um bocadinho a pé e entrarem na estação Roma (é a linha verde) e apanharem o metro até ao Cais do Sodré. Para os que vivem em Lisboa ou vêm de fora, de transporte público, é a mesma coisa: o metro até ao Cais do Sodré é a linha verde.
Os terminais fluviais estão escondidos, atrás do comboio que vai para Cascais, claro, junto ao rio. Tenham em atenção que o destino é o Seixal e não Cacilhas (fica tudo muito próximo). Mais uma vez, aconselho a consulta dos horários de domingo. Se perderem o barco, depois só há outro muito tempo depois. A travessia é breve, uns 15 minutos, é um passeio bonito.
Apareçam! :) Podem trazer amigos, não está restrito a bloggers.
Podem confirmar para o meu email, nesta caixa de comentários, por sms ou telemóvel (aqueles que têm o meu contacto).
Almocei peixe grelhado (uma deliciosa dourada escalada), pão, um copo de vinho, uma sobremesa e um café e nem chegou a 13 €. Como entradas, dispensei o queijo e as azeitonas. NÃO há multibanco.
Assim sendo, este é o sítio escolhido: Seixal, domingo, almoço (1 de Março).
Quem vier de Lisboa, há um barco pelas 11,30 (agradeço que confirmem mesmo este horário no site da Transtejo, aos domingos, do Cais do Sodré para o Seixal e que anotem, igualmente, o barco de regresso a Lisboa - a Transtejo usa o zapping. Ao fim-de-semana, os barcos são muito raros). Quem vier de Lisboa, A2, saída Fogueteiro, Seixal, existe estacionamento em frente à Mundet.
Estas são as condições. Em resumo: o restaurante não é caro, mas não tem multibanco (mas há MB no centro do Seixal e no terminal fluvial), fica marcado para as 12,30, porque só posso reservar no próprio dia, cedo, e cada um escolhe o prato que quer comer (a especialidade é peixe, embora, claro, também sirvam carne). Considerando que o peixe demora o seu tempo a ser feito, penso que entre as 12,30 e as 12,45 é uma hora razoável para nos sentarmos. E também porque o barco chega antes do meio-dia ao Seixal (não fica no centro, mas a 10, 15 minutos a pé), de modo que não há necessidade de se esperar muito tempo para iniciar a refeição. Claro que podem chegar depois desta hora, desde que cheguem, pois estará já alguém no restaurante a aguentar o barco :)
O Seixal é muito calmo ao domingo. A vista é linda, para quem gosta de rio e de espaços desafogados. Espero que S. Pedro ajude e que haja sol. A companhia, claro, será excelente, não importa se formos poucos ou muitos. Será um bom convívio.
Aos amigos que vêm da linha de Sintra, há duas hipóteses (bem, não sei como são os comboios ao domingo): podem sair na estação de comboio dos Restauradores - a última - e caminharem até ao metro do Rossio (linha verde) e sair no Cais do Sodré, que é a última estação. Também podem entrar nos Restauradores, mas é a linha azul, têm de mudar na Baixa-Chiado para a linha verde e julgo que demora mais tempo. A segunda opção é sair na estação de comboios Roma-Areeiro, andarem um bocadinho a pé e entrarem na estação Roma (é a linha verde) e apanharem o metro até ao Cais do Sodré. Para os que vivem em Lisboa ou vêm de fora, de transporte público, é a mesma coisa: o metro até ao Cais do Sodré é a linha verde.
Os terminais fluviais estão escondidos, atrás do comboio que vai para Cascais, claro, junto ao rio. Tenham em atenção que o destino é o Seixal e não Cacilhas (fica tudo muito próximo). Mais uma vez, aconselho a consulta dos horários de domingo. Se perderem o barco, depois só há outro muito tempo depois. A travessia é breve, uns 15 minutos, é um passeio bonito.
Apareçam! :) Podem trazer amigos, não está restrito a bloggers.
Podem confirmar para o meu email, nesta caixa de comentários, por sms ou telemóvel (aqueles que têm o meu contacto).
domingo, 15 de fevereiro de 2015
Mister Norris muda de comboio
William Bradshaw, o narrador, conhece Arthur Norris numa viagem de comboio a caminho da Alemanha. Assim começa a amizade entre dois homens, Will, britânico a viver em Berlim e ensinando inglês, um pouco ingénuo e bom rapaz, e Norris, um homem de meia-idade, que vive de estratagemas, entre a abundância e a penúria, e cujo secretário, Schmidt, terá um papel crucial na sua vida.
A boémia Berlim dos anos 30 do século XX, entre o comunismo e a ascensão do nazismo, que acolheu Christopher Isherwood na sua juventude.
Gerald Hamilton serviu de inspiração para Arthur Norris, neste romance publicado em 1935.
A boémia Berlim dos anos 30 do século XX, entre o comunismo e a ascensão do nazismo, que acolheu Christopher Isherwood na sua juventude.
Gerald Hamilton serviu de inspiração para Arthur Norris, neste romance publicado em 1935.
sábado, 14 de fevereiro de 2015
O Bom Crioulo
Mais uma excelente e imperdível edição da INDEX ebooks. Para além da introdução que situa este romance no panorama literário que aborda a homossexualidade nos finais dos século XIX (o romance foi escrito em 1895), acrescenta-se que a editora teve o cuidado de incluir definições de palavras brasileiras eventualmente desconhecidas do leitor português.
Na página que a INDEX ebooks criou para este livro (aqui) podem encontrar uma descrição detalhada não só deste notável pequeno romance, como do seu autor, o escritor brasileiro Adolfo Caminha, que faleceu muito jovem, com 29 anos, de tuberculose.
Na página que a INDEX ebooks criou para este livro (aqui) podem encontrar uma descrição detalhada não só deste notável pequeno romance, como do seu autor, o escritor brasileiro Adolfo Caminha, que faleceu muito jovem, com 29 anos, de tuberculose.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Edição integral de 'Dois Mundos' já disponível
Os cinco volumes da série 'Dois Mundos', do Pedro Xavier estão, agora, reunidos num único volume. Inclui, pela primeira vez, ilustrações do autor e, claro, é publicado pela Index ebooks.
Ora, o site Smashwords disponibiliza um cupão para download grátis. É uma boa oportunidade para adquirirem este ebook, cujos cinco volumes já atingiram mais de 32.000 downloads.
O cupão pode ser obtido aqui:
Promotional price: $0.00
Coupon Code: AD76L
Expires: February 12, 2015
Link: https://www.smashwords.com/books/view...
Ao fazerem o download, pagam, então, com o cupão. Aproveitem, leiam e comentem!
Ora, o site Smashwords disponibiliza um cupão para download grátis. É uma boa oportunidade para adquirirem este ebook, cujos cinco volumes já atingiram mais de 32.000 downloads.
O cupão pode ser obtido aqui:
Promotional price: $0.00
Coupon Code: AD76L
Expires: February 12, 2015
Link: https://www.smashwords.com/books/view...
Ao fazerem o download, pagam, então, com o cupão. Aproveitem, leiam e comentem!
Subscrever:
Mensagens (Atom)








