A história decorre nos anos quarenta e inícios da década de cinquenta do século passado, numa América intolerante e preconceituosa. Papa Tony, Ângelo, Mario e Tommy são os Santellis Voadores, uma família de trapezistas, três gerações a actuar juntas. Mas os Santellis são também Lúcia, Liss, Joe, Johnny e a sua mulher Stella, uma família italiana católica, que lutam entre manter as tradições ou preferir técnicas mais modernas.
Um romance rico em detalhes sobre o mundo circense, mais especificamente sobre a arte do trapézio, um amor da autora, que não se privou de uma pesquisa rigorosa sobre este tema.
A narrativa é fluida e a autora conseguiu captar as emoções, medos e pressões do casal de trapezistas, Mario e Tommy, um amor que desafia convenções, a que se juntam brigas quase constantes e uma árdua separação. Vemos o crescimento das personagens principais e a consciência de se ser diferente e de ter direito a amar, no meio do sonho que é voar no trapézio.
A narrativa é fluida e a autora conseguiu captar as emoções, medos e pressões do casal de trapezistas, Mario e Tommy, um amor que desafia convenções, a que se juntam brigas quase constantes e uma árdua separação. Vemos o crescimento das personagens principais e a consciência de se ser diferente e de ter direito a amar, no meio do sonho que é voar no trapézio.












